Naming Rights e Alexandre Pato

O Corinthians segue mentindo à imprensa (que parece não se importar) sobre as “ofertas” recebidas para fechar os negócios de naming-rights do “Fielzão” e também na exposição de interessados em adquirir os direitos do atleta Alexandre Pato.
Por coincidência, ou não, em ambos os assuntos os negociadores são os mesmos: Andres Sanches, Kia Joorbachian e Giuliano Bertolucci.
O prejuízo ocasionado pela incapacidade de vender o nome do estádio é incalculável.
Somente em empréstimos (fora da dívida principal: R$1,2 bilhão) e juros, os valores ultrapassam R$ 500 milhões.
Ou seja, se comercializados hoje os naming-rights sequer amortizariam um real do que o clube deve para a ODEBRECHT (pela construção, já que a construtora, em ineditismo nunca antes presenciado, é também “emprestadora” de recursos ao clube para remunerar-se a si própria).
Se a incompetência de Sanches e parceiros para fechar o negócio é evidente, a cobrança de 20% de comissão (à vista) para dar sequencia às tratativas, certamente, afastam ainda mais possíveis investidores.
Pato, então, trata-se de puro golpe aos caixas alvinegros, conforme demonstramos, em detalhes, meses atrás, com farta exposição de documentos (confira nos links logo abaixo).
Oferecido gratuitamente pelo Milan (em troca de salários), transformou-se em aquisição de 100% com doação, sequencial, de 40% (supostamente a título de luvas para o jogador), a custo de R$ 40 milhões ao Corinthians, sem contar R$ 800 mil mensais em salários (parte destes para jogar, emprestado, ao rival São Paulo).
Hoje, os mesmos que, comprovamos, negociaram a aquisição do atleta pelo clube, fomentam a imprensa com inverdades sobre “interessados” no atleta, tudo indica, para justificar inexistente emprenho, minimizando possível saída do jogador, ao final do contrato, sem que o clube nada receba em indenização.
