José Maria Marin já delatou Del Nero e Teixeira ao FBI

Dias depois que o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, foi preso pelo FBI, comentamos que, principalmente após o abandono na Suiça pelo então “companheiro” Marco Polo Del Nero, e a humilhação de ver seu nome retirado do edifício que inaugurou para a entidade, não haveria outro caminho para o dirigente (sob risco de amargar 20 anos de cadeia) fora da delação premiada.
Safo das antigas, o cartola relutou.
Porém, o desgaste do cárcere, aliado ao sentimento de traição e abandono de parceiros, o fez mudar de ideia, dois meses atrás, período em que começou a cooperar com as investigações americanas.
Ainda assim, barganhou, via advogado, o aval da famosa “carta-renúncia” de sua vice-presidência da CBF, assinada digitalmente, em troca de valores a serem utilizados em custas de seu processo.
Chumbo trocado não dói, diria o velho ditado.
Fato é que Del Nero e Ricardo Teixeira já estão delatados, e, em breve, enfrentarão as consequencias de seus atos na Casa Bandida do Futebol.
