Wagner Ribeiro, J. Hawilla e as “taxinhas”
“Você tem a Nike, e a CBF quer a Nike, tenho uma comissão de 20%, mas o presidente da CBF quer um pedaço desses 20%, você faria? eu faria. Pode ser amoral, mas eu seria hipócrita de dizer que não faria”.
“Temos um ex-presidente preso, isso nunca tinha acontecido. Sabe, não vou entrar em detalhe, não estou aqui para defender o J.Hawilla, a quem tenho o maior apreço e que talvez no lugar dele tivesse feito o mesmo, bastasse ser um intermediário, ter uma agência para negociar uma grande marca com a seleção e ganhava um percentual e o presidente atual exigiu que lhe desse uma parte”.
(WAGNER RIBEIRO, ontem, à ESPN BRASIL, defendendo as práticas, tratadas como criminosas pelo FBI, de J. Hawilla)

