O homem que denunciou Andres Sanches (PT) ao MPF
Assim como ocorre nas principais organizações mafiosas, o Deputado Federal Andres Sanches (PT), em vez de se defender das acusações de corrupção, protocoladas no MPF, segundo o Procurador da República, Rodrigo Janot, acompanhadas de farto material comprobatório, preferiu tentar desqualificar o acusador.
No caso, o senhor Rolando Wohlers, o Ciborg, que assinou o documento.
Revelou à imprensa problemas jurídicos do denunciante (indevidos, comprovou-se, posteriormente), como se, mesmo em verdade (não é) isso, de alguma maneira, amenizasse seus próprios delitos.
Impossível.
A gama de fraudes, corrupções, e diversos desvios de conduta do ex-presidente do Corinthians preencheriam mais documentos do que as 43 empresas de “fachada” pelo qual seu nome circulou nos últimos anos.
E, diferentemente do que ocorreu na tentativa de desqualificação do denunciante, há farto material comprobatório.
Além disso, anos atrás, o próprio Sanches, em conluio com o iraniano Kia Joorabchian e demais membros da “Renovação e Transparência”, na ânsia de derrubar o então presidente Alberto Dualib, não se incomodaram com as questões jurídicas de Ciborg, dele se aproximaram, passando a aproveitar-se das documentações levantadas pelo “agora” inimigo, em desfavor do então gestor alvinegro.
Até mesmo o grupo “Fora Dualib”, que era sustentado por Sanches, certa vez procurou este jornalista (a pedido do próprio) para exaltar as qualidades de Ciborg como ‘grande corinthiano” que estava ajudando a derrubar Dualib.
O tempo passou e o ex-aliado, enxergando “malandragem” nos novos ‘ladrões”, voltou-se, novamente, contra o “sistema”.
Ciborg passou, então, de “Herói” a “vilão”, sendo denegrido, constantemente, pelos mesmos que, tempos atrás, o recebiam com tapete vermelho no Parque São Jorge.
Na última semana, o senhor Rolando Wohlers, durante ato solene da Camara Municipal de São Paulo em comemoração dos 182 anos do Bairro do Imirim, foi homenageado com VOTO DE JUBILO E CONGRATULAÇÕES.




