Neymar (pai) e Wagner Ribeiro: Neymar (craque) sobrevive em meio a indecência. Até quando ?

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A informação de que o Pai de Neymar cobrava pequenas fortunas para levar seu filho famoso a disputar partidas beneficientes nos finais de temporada, confirmada por dirigentes da DIS, demonstra bem o nível de pessoas que cercam, e, pior, aconselham, um dos mais promissores atletas de todos os tempos.

Além deste encosto familiar, Neymar é ainda agenciado por Wagner Ribeiro, espécie de V(W)anderlei(y) Luxemburgo dos empresários, o que, por razões óbvias, não se trata de elogios.

É nesse imundo bastidor, familiar e profissional, que o atleta sobrevive (por seu talento), com a dura missão de não se deixar influenciar por atos quase sempre reprováveis daqueles que o cercam (e lucram com isso).

Ainda assim, mesmo que só pense em jogar futebol, o jogador acaba por se beneficiar (seja por acreditar demais nos que o “ajudam” ou saber das coisas erradas sem se opor) de crimes cometidos por familiares e demais abutres, razão pela qual responderá a duro processo por corrupção na Espanha.

Com nome e poder suficiente para abandonar essa promiscuidade, se não há como retirar o pai de sua vida, Neymar deveria fazê-lo, ao menos, profissionalmente, porque há limites para qualquer tipo de inocência (se é que ela existe) sobre os procedimentos do referido.

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