Corinthians negocia Matheus Cassini a preço de banana para beneficiar “empresários”, à revelia da comissão técnica
Assim que saiu a lista de inscrições do Corinthians para o Campeonato Brasileiro, contando com jogadores mais conhecidos, e, dentre os menos afamados, muitos juniores, excetuando-se, porém, o mais relevante destes, o meia Matheus Cassini, revelação da Copa São Paulo 2015, percebeu-se que o “rolo” estava configurado.
O atleta é agenciado por dois conselheiros do clube: Fernando Garcia e Andres Sanches.
A intenção inicial era a de inscrevê-lo, na surdina, no Bragantino (nova vitrine dos dirigentes alvinegros), mas, tudo indica, proposta do mercado europeu (Palermo-ITA) deverá abreviar sua passagem no Brasil, antes mesmo de jogar pelo Corinthians.
Ou seja, comprovação inequívoca de que a base alvinegra não cumpre sua principal função, a de revelar jogadores para o clube, mas sim, de beneficiar “espertalhões”.
Fala-se em R$ 3 milhões para o Timão, com outros R$ 2 milhões (além de comissão) pagos a empresa ART Sports, outra em nome de Fernando Garcia, sócio do ex-presidente do Corinthians, agora Deputado Federal.
Por razões óbvias, o “clima” gerado pela negociação refletiu negativamente na comissão técnica do Corinthians, que, em escassez de bons armadores, esperava, ao menos, ter Cassini como opção.
Em sendo fechado o negócio (fala-se em dias), tudo indica, teremos um novo “caso Marquinhos” no Parque São Jorge, com os mesmos protagonistas, repetindo-se, também, os vitimados (clube e torcedor).
EM TEMPO: o vice-presidente André Negão pressiona, desde já, pelo final das “férias’ (remuneradas pelo Corinthians em R$ 30 mil mensais) de seu filho, André Vinicius, num banco de reservas da Ilha da Madeira, em Portugal, e subsequente renovação de contrato, por R$ 70 mil mensais, para que o jogador atue no Bragantino.


1 Comentário