Clube às moscas: na gestão Aidar, título de sócio do São Paulo sobe 300%
Recentemente, o associado do São Paulo, E. B. M. C., após ter solicitado, em 2013, por razões particulares, licença de um ano do clube, tentou retornar, pagando, conforme prevê o Estatuto vigente, 10% sobre o valor do Título Patrimonial.
Teve uma grande surpresa.
Em agosto de 2014, por decisão do presidente Carlos Miguel Aidar, em Ato Administrativo nº 019/2014, o valor para ingressar como sócio do Tricolor subiu inacreditáveis 300%, passando de R$ 10 mil para R$ 40 mil.
Em comparação, associar-se a Corinthians e Palmeiras, por exemplo, gira em torno de R$ 1 mil, R$ 1,5 mil.
Por consequencia, em vez de ter que pagar R$ 1 mil, E. teria que desembolsar R$ 4 mil.
Inconformado, recorreu a Justiça, alegando não apenas o abuso, mas o fato de, quando solicitou a licença, o valor do retorno era três vezes menor.
O São Paulo, em vez de facilitar (afinal era um associado antigo), endureceu, batendo o pé no novo valor (a Justiça nada pode fazer de contrário, dando ganho de causa ao clube), exigindo ainda, em clara ação de constrangimento, certidões do associado garantindo que teria renda para frequentar o Morumbi.
Tratamento nada cordial, que gera antipatia e desestímulo a qualquer pessoa, seja qual for a classe social, de contribuir com o Tricolor.
Em tempo: enquanto isso, com trânsito livre, a facção criminosa Independente, que nada contribui ao clube, tem acesso ao tricolor, recebe ingressos e transporte gratuítos e ainda ocupa uma sala no São Paulo, sem pagar um real sequer de aluguel.

