Andres Sanches incorpora braço direito de mensaleiro em seu gabinete
O Deputado Federal Andres Sanches (PT) tem demonstrado, em Brasília, hábitos e costumes semelhantes aos de sua pouco transparente administração no Corinthians.
Se alarde, ontem, deu posse a duas personalidades conhecidas do mundo petista em seu gabinete.
Nenhuma delas por razões elogiáveis.
Fernando Flávio de Araújo Menezes, que ocupará o cargo de Secretário Parlamentar, é homem de confiança do mensaleiro condenado José Genoino (PT), tendo ocupado, inclusive, o cargo de motorista do ex-deputado, antes da prisão pelos diversos crimes.
Além de braço direito do corrupto petista, Fernando ocupa o cargo de presidente da Associação Cultural de São José do Egito e Vale do Pajeu no DF Ltda., daquelas entidades que, frequentemente, recebem verba pública sem muita dificuldade.

Há quem diga, porém, que seria mero “laranja” de políticos ligados ao PT, que utilizariam a entidade, de fato, para “branqueamento” de recursos criminosos.
Após o encarceramento de Genoino, Fernando Flavio trabalhou no gabinete doutro petista, o deputado Francisco Chagas, de onde saiu agora para ingressar no seleto grupo de colaboradores do ex-presidente do Corinthians.
Difícil, porém, será explicar como o novo assessor, empossado, segundo o Diário Oficial, apenas ontem, dia 03 de março, teve duas viagens de taxi pegas com dinheiro público, antes de começar a trabalhar.
Em 10/02/2015, no valor de R$ 35, e em 14/02/2015, de R$ 42.
Talvez seja a força do hábito.
Ambos os recibos estão inseridos na prestação de contas do gabinete de Andres Sanches.
Outra empossada no dia de ontem, Ligia Avelino de Souza é oriunda das entranhas do PT, na região do ABCD, mais precisamente, em Diadema.
Antes de se tornar assessora de Sanches, trabalhou com o deputado federal Vanderlei Siraque (PT), de quem, não por acaso, José Genoino herdou o gabinete, após sua última e derradeira eleição para a legislatura.
Como toda petista que se preze, Ligia foi condenada, enquanto trabalhava em São Paulo, em 22 de agosto de 2012, a devolver valores recebidos indevidamente aos cofres públicos.
Não recorreu da decisão.








