Candidatura de Luis Figo a presidente da FIFA será financiada por empresário ligado a Máfia do Futebol
Num primeiro momento, ao receber a notícia de que um ex-jogador de futebol, o português Luis Figo, dos maiores do mundo, apoiado por um gênio ainda maior, Michel Platini, seria candidato a presidente da FIFA, é natural, em meio a lama proporcionada pela cartolagem, que os amantes do futebol se sentissem esperançosos.
O senador Romário, e tantos outros, expressaram-se favoráveis.
Em vão.
Figo aceitou a tarefa para servir de “laranja” de um dos mais renomeados e influentes empresários de jogadores do mundo, o também lusitano Jorge Mendes, apontado em diversas investigações, inclusive no Brasil, onde tem uma filial da empresa GESTIFUTE em sociedade com o agente Carlos Leite, como braço de organizações mafiosas do esporte.
O objetivo, evidente, é o de voltar atrás com a proibição imposta pela FIFA de empresários possuírem direitos econômicos de atletas.
Se o futebol nas mãos da cartolagem é absolutamente inconfiável, com essa gente tende a ser ainda pior, sem Leis ou limites para impedir, tudo indica, a facilitação a lavagem de dinheiro para organizações criminosas.

