Decisão do STF sobre “Caso Celso Daniel” pode ser devastadora para o PT

gilberto carvalho

O STF decidiu anular o julgamento do “Caso Celso Daniel”, em manobra dos advogados do réu vulgo “Sombra”, retornando o processo para a fase de depoimentos e investigações.

Anos atrás, em meio ao “Caso Araponga”, em que este jornalista teve seus telefones grampeados a mando de dirigentes do Corinthians, à época da gestão do agora deputado federal pelo PT, Andres Sanches, mantivemos contato, quase que diário, no DHPP, com membros da equipe que investigou a morte do ex-prefeito de Santo André, mas, na hora do relatório final, foi, digamos, convenientemente afastada do caso.

Mesmo procedimento, por sinal, adotado para “arquivar” o caso do grampo.

Todos acreditavam na versão do assassinato político, refutando, com veemência, a tese de crime comum.

Diziam também que havia indícios suficientes para, no mínimo, comprometer um dos ícones do partido, o Ministro dos Governos Lula e Dilma, o temido Gilberto Carvalho.

Há quem diga que dele, em se confirmando a tese da “queima de arquivo”, teria partido a ordem final.

Certo é que, em sendo verdade, o atual Ministro não o faria por questões pessoais, mas sim para proteger todo um partido (e seu projeto de poder), o que justificaria sua onipresença, e intocabilidade nos recentes Governos brasileiros.

Se os advogados de Sombra comemoram a ação que resultou na reversão do julgamento, os principais nomes do PT, Carvalho, inclusive, tem razões de sobra, principalmente se revisados forem os inquéritos perdidos no DHPP, para esperar escândalos que podem superar em intensidade, principalmente no clamor popular, o que se tem visto nos últimos anos entre Mensalões e Petrolões.

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