Dinamite quer “raspar a panela” no Vasco da Gama
Não contente em desviar dinheiro do Vasco da Gama para paraísos fiscais, além de participar, ativamente, de esquemas de jogadores com intermediários, o ex-presidente Roberto Dinamite decidiu, já que, ao sair do clube pelas portas dos fundos, não poderá mais amealhar grandes quantias, “raspar” o que sobrou da panela.
Por intermédio de seu genro, Gerson Oliveira de Almeida Junior, conhecido “laranja” do dirigente, responsável pela empresa Locaflat, tratada no clube como “GENROTOUR”, pela exclusividade obtida para negociar viagens vascaínas, processar a agremiação cruzmaltina, exigindo, pasme, R$ 1,6 milhão em dívidas salariais.
A cara de pau é ainda maior porque, além de ter sido beneficiado todos esses anos, se tem alguém que deixou de pagar a empresa durante o período reclamado, foi o presidente à época, não por acaso, o sogro, Dinamite.
Para ampliar a promiscuidade, o advogado da causa trabalha para a CBF, mas também ajudou Roberto na logística que viabilizou colocar dinheiro que deveria ter entrado nos cofres vascaínos nas Ilhas Cayman.
O jurista, recentemente, fez parte do corpo jurídico da chapa do candidato Julio Brant, ligado a empresários de futebol, e, no passado, foi preso em flagrante por falsidade ideológica.
Ou seja, o Vasco terá, pelo visto, que reforçar as trancas dos cofres nos próximos anos, porque os “assaltantes” se acostumaram com a boa vida, e prometem não parar de infernizar.

