Presidente da Portuguesa, Ilidio Lico trama venda do Canindé por gorda comissão
Recentemente, a ODEBRECHT ofereceu R$ 800 milhões à Portuguesa para comprar o Canindé, proposta recusada pelo presidente Ilidio Lico, segundo consta, por desacerto na comissão.
No início do ano, a advogada Gislaine Nunes pediu a penhora do estádio por dívidas trabalhistas com Tiago Barcellos, ex-jogador do clube.
O perito designado pela Justiça avaliou o Canindé em R$ 128 milhões.
Ilidio anexou, na sequencia, uma avaliação de peritagem particular ao processo, no valor de R$ 300 milhões
Os trâmites podem ser conferidos no TRT – 2ª Região-SP, pelo nº 00957007320025020059.
Sabedor de que a Lusa não possui dinheiro em caixa para honrar com o compromisso, Lico procurou a empresa TEJOFRAN, conhecida por diversas denúncias de atuações em concorrências fraudulentas, oferendo o Canindé por R$ 200 milhões (valor que, acredita, será estipulado pelo judiciário), em troca de gorda comissão, participação em futuro projeto, e, é claro, sigilo sobre seu envolvimento no negócio.
Ou seja, enquanto o antecessor, Manuel da Lupa vendeu a honra do clube para uma empresa de Plano de Saúde, o atual, Ilidio, tenta se desfazer do que sobrou, através de parceiros, colocando a pá de cal no sentimento de esperança de alguns poucos e verdadeiros apaixonados pela Lusa.
O Conselho Deliberativo precisa ficar atento para não cair em mais um golpe daqueles que há anos de revesam no poder lusitano, e, por opção, para facilitar os desvios, mantém a agremiação no atraso, dilapidando os caixas, o patrimônio e a história de tantas tradições.

