O Palmeiras tem opções lamentáveis para gerir o clube nos próximos anos
O eleitor palmeirense não terá boas opções na hora de definir o candidato a ser votado para exercer o cargo de Presidente pelos próximos dois anos.
Ambos, Paulo Nobre e Wlademir Pescarmona, são indignos da grandeza do clube.
O atual presidente palestrino, péssimo administrador, escondeu a incompetência em meio a empréstimos que trataram de mascarar o caos financeiro em que se encontra o Verdão.
A bem da verdade, herdado de tristes gestões anteriores.
Inadequadamente, o Palmeiras passou a ser refém da suposta benevolência do dirigente.
Além disso, é imperdoável a persistência com José Carlos Brunoro, conhecido “espertalhão”, no comando do departamento de futebol, o mais importante do clube.
Há, porém, atenuantes, como o exemplar e corajoso rompimento com as facções criminosas “organizadas” que se dizem torcedores do Palmeiras, além da enquadrada na WTORRE, que esperava “nadar de braçada” na condução do contrato com o alviverde.
Defeitos e virtudes que, mesmo assim, ainda o colocam em vantagem na disputa contra um candidato sem compostura, ligado a escândalos, apoiador da bandidagem recém-banida do clube – alguns deles, seus amigos – sem comprovação de subsistência para exercer um cargo não remunerado, e que, ainda por cima, é conhecido pela alcunha “Pescachaça”, que dispensa explicações.
Difícil entender a aceitação de Luis Gonzaga Belluzzo, conselheiro de presidentes da República, em ser subalterno de tão lamentável figura, apesar de que há quem diga que sua função principal seria a de reaproximar o clube da WTORRE, ambos em litígio pelo contrato da Arena.
Resta saber se há como fazê-lo, adequadamente, sem que direitos do Palmeiras sejam duramente afetados.
Em resumo, o eleitor palestrino terá que se definir entre uma opção ruim e outra ainda pior, com previsão de futuro pouco promissor, seja qual das chapas sair vitoriosa do próximo pleito.

