“Grampos” de Stabile contra aliados e adversários foram discutidos em conversas que levaram à implosão da oposição

osmar, haroldo, paulo e celsinho

Dentre as justificativas que levaram o conselheiro do Corinthians, Roque Citadini, a romper de vez com o grupo que terá o dono da Kalunga, Paulo Garcia, como candidato a presidência, a não aceitação de uma composição com Osmar Stabile foi amparada por duas revelações.

Uma delas é a de que a dupla Garcia e Stabile traria para o debate político acusações de envolvimento em transações de jogadores.

Outra, é o fato de Osmar ter por hábito gravar as conversas mantidas, seja com adversários, amigos ou companheiros de clube.

Citadini segundo diversos interlocutores, afirmou que “não há como manter relação com gente que atua nesse nível de deslealdade”.

Garcia teria sido, inclusive, comunicado por Stabile, três anos atrás, que promessas de apoio eleitoral, antes do pleito anterior, fariam parte do “acervo” de gravações.

“O Roque não se conforma do Paulo continuar se relacionando com alguém que agiu desta maneira… disse que cortaria relações imediatamente se fosse com ele”, revelou ao blog um dos que conversaram com o conselheiro, neste final de semana.

Noutra ocasião, durante jantar com correligionários, Edgard Soares, no viva voz, cobrou de Garcia enérgico posicionamento contra Citadini, que, segundo o grupo, estaria realizando campanha antecipada às eleições alvinegras.

O dono da Kalunga aceitou a ‘bronca” e prometeu tomar ‘providências”.

osmar-e-edgard

Fato é que ambos, Citadini e Stabile, há tempos não se bicam, com o segundo, segundo informações, tendo exigido, como parte do acordo que ajudou a rachar a oposição, entre outras coisas, a obrigatoriedade da não indicação do primeiro como cabeça da chapa, desejo este atendido por Paulo Garcia, que se lançou para a disputa.

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