Estelionato, apropriação indébita, desvios diversos… muitos problemas cercam Wlademir Pescarmona, do Palmeiras

pescarmona

Recentemente, leitores deste espaço, principalmente os palmeirenses, alarmaram-se com imagens de Wlademir Pescarmona, candidato a Presidente do Palmeiras, fazendo juras de amor e colaboração com torcedores “organizados”, dizendo ainda estar “embriagado”.

Postura absolutamente inadequada para quem postula cargo de tamanha relevância.

Mas ser uma espécie de “Mané da Carne” – conhecido conselheiro do Corinthians, de hábitos e cultura semelhante – do Palestra Itália é o menor dos problemas que cercam Pescarmona.

Em 1994, “Pescachaça”, como é tratado carinhosamente do Verdão, era Diretor de Esportes Terrestres do Palmeiras.

No retorno de uma delegação palestrina do Exterior, quando da prestação de contas, constatou-se que equipamentos, e até valores, haviam sido subtraídos.

Desconfiado, o então presidente, Mustafá Contursi, deu a Pescarmona duas opções: pedir demissão ou ir a Delegacia registrar Boletim de Ocorrência, relatando suas explicações, ou a falta delas, às autoridades policiais.

O diretor optou pelo pedido de demissão.

Voltando ao vídeo referido no início da matéria, ao lado de Pescachaça encontra-se a figura de Izidoro Lopretto Filho, a quem está prometido um cargo de Diretor do clube, em caso de êxito eleitoral.

Persona “non-grata” na facção criminosa Mancha Verde, de onde, segundo informações, teria saído devendo R$ 8 mil, Izidoro respondeu a crime de Estelionato (171), na 3ª Vara Criminal de Osaco, e Apropriação Indébita na 24ª Vara Criminal da Barra Funda.

O ano de 2014, para não falar das dezenas de Ações por calotes de períodos anteriores, demonstra que a situação financeira de Izidoro, que, em tese, teria que se dedicar a cargo não remunerado no Palmeiras, é tanto quanto incompatível com o que se espera de um Diretor alviverde.

Em janeiro, o Condomínio Edifício Flórida Star, após diversas tentativas de composição, não teve alternativa senão cobrar-lhe, na 1ª Vara Cívil de Monguaguá, os R$ 7,2 mil de calote condominial.

Pior ainda ocorreu em agosto, recente, com a 23ª Vara Civil de São Paulo sendo acionada por credor de cheque sem fundo, emitido pelo palmeirense, no ínfimo valor de R$ 2,3 mil.

Por sorte, e ajuda de amigos, a ação não evoluiu para possível denuncia doutro estelionato.

Não causa estranheza que as informações acima estejam relacionadas, de alguma maneira, com as pessoas citadas, difícil é entender quais fatores motivaram um homem como o Prof. Belluzzo, conselheiro de Presidentes da República, a rebaixar tanto sua biografia, aceitando ser vice, ou seja, subalterno de gente com nível evidentemente não compatível com a grandeza do Palmeiras.

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