Polícia, FPF, CBF e TJD
O delegado Mauro Marcelo de Lima e Silva, auditor do TJD da FPF, viajou a Nova York, às custas da CBF, para entregar uma camisa personalizada da Seleção Brasileira ao comissário de polícia local, Willian J. Bratton.
Mauro que é fundador de uma ONG denominada “Muda Palmeiras”, é o mesmo que mandou arquivar o famoso “caso do gás”, numa partida entre São Paulo e Verdão, no Parque Antártica.
Entre as exigências de um cargo público, o servidor não pode prestar serviços a uma entidade privada.
Ainda mais ocupando cargos como o de delegado de polícia e “juíz” do TJD, em que a CBF ou a própria FPF, sob os domínios de um mesmo grupo, pode um dia vir a ser investigada ou julgada.
Mas o que é um desvio de rota para quem não tem por hábito andar em linha reta ?

