Apropriação indébita no Corinthians: Mario Gobbi se esconde, mas não pode ser esquecido

duilio sanches gobbi roberto

Quatro dirigentes do Corinthians, segundo o MPF, são criminosos, e serão julgados como tal, por terem se apropriado, indevidamente, de valores tomados de funcionários e prestadores de serviço.

São eles, Andres Sanches, ex-presidente e candidato a Deputado Federal pelo PT, André Negão, ex-diretor administrativo, Roberto “da Nova”, vice-presidente e provável candidato nas próximas eleições, além de Raul Corrêa da Silva, diretor financeiro.

Apesar de calado, e, sabe-se lá por que cargas d’água, não indiciado, é impossível dissociar todos os nomes citados, além da gestão investigada, do atual presidente do Corinthians, um delegado de polícia de nome Mario Gobbi.

O responsável financeiro da suposta operação criminosa, Raul Corrêa da Silva, é ainda diretor de finanças do clube, sob as ordens do atual mandatário.

“Da Nova” participou ativamente do departamento de futebol de Gobbi, local em que  a maior parte dos recursos foi desviada.

Negão, antes de ser chutado da administração do Parque São Jorge, trabalhou, arduamente, pela eleição do delegado.

O próprio Mario Gobbi era Diretor de Futebol, à época vice-presidência, na gestão investigada, tendo sido responsável direto pelas mais de 100 contratações efetuadas, quase todas suspeitas e deficitárias, que elevaram a dívida fiscal do clube a valores expressivos.

Se todos os quatro indiciados são, e tudo indica que sejam, segundo o MPF, criminosos, como deveria ser tratado o atual presidente do clube, participe ativo de todos os negócios e negociatas, além de cacique de ambas as gestões ?

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