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Conheça o “esquema” de desvios de jogadores do Corinthians acobertado por um “Fora Dualib”

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No final de 2006, surgiu um grupo de torcedores, que, a princípio, dizia-se apolítico e desvinculado das torcidas “organizadas”, denominado “Fora Dualib”, que levantou a bandeira da expulsão do ex-presidente do Corinthians, no auge dos problemas com a MSI.

Entre os líderes estavam Doni “Bob Cuspe”, Donato “da Erva” e Edu “Gaguinho” dos Gaviões.

Descobriu-se, depois, que além da ligação com os Gaviões da Fiel, o grupo era financiado com dinheiro oriundo da chapa “Renovação e Transparência”, que apoiou os últimos dois presidentes eleitos no Parque São Jorge, Andres Sanches e Mario Gobbi.

Os três citados, e mais alguns próximos, foram agraciados com cargos no Corinthians, e, por consequencia, o discurso de combate a corrupção e fiscalização das coisas erradas, jogado por terra:

“Eles viviam me lambendo, dizendo que eu era o herói deles… você se lembra… na verdade queriam é mamar nas tetas do poder. Enganaram parte da torcida e muita gente dentro do clube”, disse Ciborg, associado alvinegro.

Recentemente, publicamos que 96 jogadores, entre 17 e 20 anos, estavam recebendo salários do Corinthians, com contratos de profissionais, alguns emprestados a diversos clubes país afora.

Mas há outros mais, que não fazem parte do elenco do Timão, e foram desviados para o Flamenguinho de Guarulhos.

Cerca de 30 atletas, muitos deles que sequer conhecem o Parque São jorge, remunerados pelo clube, para favorecer empresários e dirigentes responsáveis pelo departamento de base do Corinthians.

O nome destacado para ocultar as negociatas, Domingos Tamarozzi Neto, vulgo Doni Bob Cuspe, ocupa, sem conhecimento do conselho alvinegro, apenas dos dirigentes da base, cargos em ambas as agremiações, Corinthians e Flamengo.

No Timão, é Assessor da Diretoria Geral, capitaneada por Fernando Alba, enquanto, pelo Flamenguinho, Doni ocupa o cargo mais importante do clube, depois da presidência, o de Diretor de Futebol Profissional, segundo informações, recebendo remuneração pelo trabalho.

Ou seja, dois cargos em clubes distintos, que, apesar da “parceria”, possuem, eventualmente, divergências comerciais.

“Que coisa… esse cara dizia que iria fiscalizar o Corinthians… triste…”, finalizou Ciborg.

Confira abaixo o nome de Domingos Neto na relação de Assessores da Diretoria de Base do Corinthians

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Relação de dirigentes do Flamengo, com Domingos Neto ocupando o cargo de Diretor de Futebol profissional

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EM TEMPO: antes de entrar no Corinthians, Doni trabalhava como ajudante de escritório, com salário que não alcançava R$ 1 mil. Hoje viaja pelo mundo, usufruindo de todos os hábitos que criticava na gestão Alberto Dualib.

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