Corinthians tem 96 jogadores das categorias de base com contratos de profissionais

alba

Não é de hoje que o departamento das Categorias de Base do Corinthians enfrenta problemas, desde os administrativos, até os mais graves, envolvendo facilitações para que abutres do futebol saciem seus desejos, com voracidade, num esquema beneficiador para empresários e dirigentes, mas terrível para o clube.

Há tempos não se revela bons jogadores no setor.

Pelo menos, ninguém que seja aproveitado pelo Timão.

Recente levantamento dá conta, ainda maior, do caos: 96 jogadores, entre 17 e 20 anos, estão inscritos na Federação Paulista de Futebol como profissionais do Corinthians, mesmo sendo ainda, em tese, amadores.

Tem contrato assinado e recebem bons salários.

Porém, até pela quantidade, boa parte sequer tem espaço para jogar no Corinthians, dividindo salários com empresários e dirigentes, que, posteriormente, com o indicativo de “ex-jogador” do Timão, tentam enfiá-los em qualquer buraco na Europa.

Recentemente, o clube, sem se importar com as críticas, abriu escritório em Portugal, sob comando do funcionário Afonso Armonia, indicado em quase todas a denúncias de pais de atletas por diversas ações lesivas ao departamento de base.

O objetivo dessa verdadeira embaixada da imoralidade é o de fazer negócios com atletas do clube, antes mesmo que a maioria deles tenha qualquer oportunidade de vestir a camisa profissional do Timão.

Exemplos não faltam, entre eles o zagueiro André Vinicius, com cinco anos de contrato e salários de R$ 20 mil mensais, que é mais conhecido no clube por ser filho de conselheiro do que, propriamente, por ter vestido a camisa do Timão.

Todos bem remunerados para que se calem, evitando, assim, maiores problemas para seus intermediários e beneficiadores.

Ou seja, a oficialização de hábitos que há tempo vem sendo praticados no Corinthians, num departamento capitaneado pelo dono de estacionamentos Fernando Alba, ex-diretor de Piscinas (!!!), com a ajuda de torcedores profissionais de um grupo que se dizia “fiscalizador”, utilizando-se da alcunha “Fora Dualib”.

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