Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Em todos os setores, inclusive arbitragem: O futebol é conduzido de maneira torpe”

Euclydes Zamperetti Fiori

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Reinicio do Brasileirão – 2014

Quarta Feira 16/07 –  Décima Rodada 

Bahia 0 x 2 São Paulo

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA-ASP-FIFA)

Item Técnico

– Deixou de sinalizar faltas bem visíveis

– A penalidade máxima favorável ao São Paulo, cometida por Titi, defensor do Bahia, foi corretamente apontada

– Errou e feio, ao marcar impedimento do são-paulino Rodrigo Caio, que houvera mandado a pelota pro fundo da rede da equipe da casa

Item Disciplinar

Logo que marcou a falta penal, o árbitro Dewson Fernando Freitas deveria ter expulsado do atleta Titi, defensor do Bahia.

Quinta Feira 17/07

Corinthians 2 x 1 Internacional

Árbitro: Wagner Reway (ASP-FIFA-MT)

Item Técnico

– Inverteu e deixou de marcar algumas faltas,

Item Disciplinar

– Durante o transcurso da refrega foi contestado por palavras e gestos por atletas das duas equipes,

– incluindo dentre os contestadores, Mano Meneses, técnico corintiano

Resumindo

Por conversar e explicar algumas decisões, não se fez respeitar

Concluindo

Trabalho fraquíssimo

Meios de Comunicação

Por entender que parte dos jornalistas distorce a verdade do ocorrido nos bastidores da CBF, das Federações e clubes; procurei e encontrei o texto:

Jornalismo com alma

Autor: Carlos Alberto Di Franco

Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos ou uma caixa de sapatos cheia de fotografias. Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos. Muitas vezes abríamos o álbum ou a caixa e a imaginação voava. Era bem legal. Agora, fotografamos tudo e arquivamos compulsivamente.

Nossa antiga caixa de sapatos foi substituída pelas galerias de fotos de nossos dispositivos móveis. Temos overdose de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Fica para depois. E continuamos fotografando e arquivando. Pensamos, equivocadamente, que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante.

É importante guardar imagens. Mas é muito mais importante viver cada momento com intensidade. Algo análogo, muito parecido mesmo, ocorre com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersam a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade.

Perdemos contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Penso que há uma crescente nostalgia de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma demanda reprimida de reportagem. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre. É preciso olhar para trás para dar saltos consistentes.

“Hoje”, dizia Nelson Rodrigues, “ninguém imagina o que eram as velhas gerações românticas da imprensa. Mudaram o jornal e o leitor. No ano passado, houve uma chuva inédita, uma chuva bíblica, flagelando a cidade. Desde Estácio de Sá não víamos nada parecido. E todo mundo morreu e desabou, e se afogou, menos o repórter. Não houve uma única baixa na reportagem. Fez-se toda a cobertura do dilúvio e ninguém ficou resfriado, ninguém espirrou, ninguém apanhou uma reles coriza. Por aí se vê que há, entre a nossa imprensa moderna e o fato, uma distância fatal. O repórter age e reage como um marginal do acontecimento. Antigamente, não. Antigamente, o profissional sofria o fato na carne e na alma.” Jornalismo sem alma. É o diagnóstico de uma doença que contamina inúmeras redações.

O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar o seu modelo e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento.

É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. Na verdade, a batalha da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, da preguiça profissional e da incompetência arrogante. Todos os manuais de redação consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Mas alguns procedimentos, próprios de opções ideológicas invencíveis, transformam um princípio irretocável num jogo de aparência.

A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Matérias previamente decididas em guetos sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se apóia na busca da verdade, mas num artifício que transmite um simulacro de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada, hermético e dogmático, convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão.

Sucumbe-se, freqüentemente, ao politicamente correto. Certas matérias, algemadas por chavões inconsistentes que há muito deveriam ter sido banidos das redações, mostram o flagrante descompasso entre essas interpretações e a força eloqüente dos números e dos fatos. Resultado: a credibilidade, verdadeiro capital de um veículo, se esvai pelo ralo dos preconceitos.

A precipitação e a falta de rigor são outros vírus que ameaçam a qualidade. A incompetência foge dos bancos de dados. Na falta de pergunta inteligente, a ditadura das aspas ocupa o lugar da informação. O jornalismo de registro, burocrático e insosso, é o resultado acabado de uma perversa patologia: o despreparo de repórteres e a obsessão de editores com o fechamento. Quando editores não formam os seus repórteres, quando a qualidade é expulsa pela ditadura do deadline, quando as pautas não nascem da vida real, mas de pauteiros anestesiados pelo clima rarefeito das redações, é preciso ter a coragem de repensar todos os processos.

Autor do mais famoso livro sobre a história do jornal “The New York Times”, Gay Talese vê alguns problemas a partir da crise que atingiu um dos jornais mais influentes do mundo. Embora faça uma vibrante defesa do “Times”, “uma instituição que está no negócio há mais de cem anos”, Talese põe o dedo em algumas chagas que, no fundo, não são exclusividade do diário americano. Elas ameaçam, de fato, a credibilidade da própria imprensa.

“Não fazemos matéria direito, porque a reportagem se tornou muito tática, confiando em e-mail, telefones, gravações. Não é cara a cara. Quando eu era repórter, nunca usava o telefone. Queria ver o rosto das pessoas. Não se anda na rua, não se pega o metrô ou um ônibus, um avião, não se vê, cara a cara, a pessoa com quem se está conversando”, conclui Talese.

O jornalismo precisa recuperar a vibração da vida, o cara a cara, o coração e a alma.

Fonte: O Estado de S. Paulo, 28/04/2014

Política

 

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Senado Federal aprovou projeto para anistiar a divida tributária das Santas Casas em todo o Brasil, Dilma/PT vetou o projeto e fez um substitutivo em que as Santas Casas terão que ficar quinze anos quitando pontualmente seus impostos e só após isso será dada a anistia. O engraçado, senão trágico, a FIFA foi totalmente isentada de impostos na Copa das Copas do PT/Lula/Dilma, é a primeira vez que isso acontece em uma Copa do Mundo.

Quem lutou para trazer a Copa para o Brasil foi o Lula no apogeu da sua popularidade, a Dilma continuou o nefasto projeto, rasteiro, de popularismo barato, eleitoreiro, e agora superfaturado e o povo acordando. Quiçá seja um tiro no pé.

Eleições

O sujeito vai lá, tapa o nariz e vota

João Ubaldo Ribeiro

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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-18/07/2014

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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