Alemanha, Holanda e o exemplo de aproximar os jogadores de suas famílias

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Além dos exemplos de organização, transparência, humildade, simpatia e bom futebol, Alemanha e Holanda demonstraram a falta de inteligência dos homens das cavernas, administradores do futebol brasileiro, que mantém a cultura de privar jogadores do convívio familiar.

Uma imbecilidade total, ainda mais em tempos de internet livre e mídias sociais, em que os pensamentos de todos ultrapassam quaisquer limites físicos das concentrações.

Prender atletas, há tempos, nada contribui para a melhoria do desempenho de equipe alguma.

O caminho é simples e a Copa do Mundo demonstrou ser o mais correto: dá-se a liberdade de ir e vir, mas estabelece-se deveres coletivos, como horários a serem cumpridos e exigência de apresentação em estado físico compatível com a responsabilidade de um jogador profissional de futebol.

Quem se portar bem, fica.

Se pisar na bola, justa causa.

É a melhor maneira de manter no elenco atletas responsáveis e comprometidos com o clube.

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