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O Brasil sem Neymar

neymar machucado

Muitos tem comparado a ausência de Neymar da Seleção Brasileira, após a contusão que o impedirá de disputar as próximas duas decisivas partidas da Copa do Mundo, com o ocorrido em 1962, ocasião em que Amarildo substituiu Pelé, também machucado, com maestria.

A diferença é grande.

O elenco daquela Seleção, com Garrincha, além doutros craques notáveis, era incomparavelmente superior ao do Brasil atual, ou seja, a missão será bem mais difícil, agora, do que foi naquela época.

Mas não impossível.

Sem Neymar o Brasil se torna uma equipe inferior a três Seleções nesta Copa do Mundo: Argentina, Holanda e Alemanha,.

Igual a Bélgica e, ainda assim, superior a Costa Rica.

Ou seja, terá que aprender a jogar com a ciência de suas limitações.

No inevitável confronto com a Alemanha, se jogar fechadinho, marcando, e, nos contragolpes, em dia inspirado de um Willian, ou dum Oscar, quem sabe, nas batidas de Hulk, poderá surpreender, apoiado por seu torcedor, e avançar para a final.

Sim, não é mais favorito, mas tem camisa e time, se bem colocado no gramado, para vencer.

Daí por diante, numa final mais difícil, contra a Argentina, o único caminho será o de anular a diferença gritante entre as equipes, que tem nome e é tratada como Lionel Messi.

Se conseguir, equilibra, em não, as chances serão remotas.

Contra a Holanda, o mesmo princípio precisará ser utilizado com Robben, um monstro, sobrando apenas a Costa Rica para um embate no qual nossa camisa, mesmo sem Neymar, certamente fará a diferença, e a Bélgica, em duelo absolutamente sem prognósticos.

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