Botafogo se livra da Telexfree, mas cai nas garras da “Poá Textil”
Após de livrar do patrocínio da facção criminosa TELEXFREE, mas, desgraçadamente, manter os mesmos dirigentes, absolutamente suspeitos, no poder, o Botafogo, até por isso, está prestes a ser vítima de novo esquema de utilização do clube para fins lucrativos particulares.
Na última semana, o empresário Pedro Gryzwakz, proprietário da “Ex-Poá Textil”, agora tratada como SPR (mudou de nome após denúncias do Blog do Paulinho), esteve no Rio de Janeiro, acompanhando do ex-gerente de marketing do Corinthians, Caio Campos (foto), homem de confiança de Luis Paulo Rosenberg, sócio oculto da empresa.
Ou seja, o mesmo grupo que foi acusado de se beneficiar de contratos entre a Ex-Poá e o Corinthians.
Falou-se em vendas de mercadorias sem Nota Fiscal, as vezes com Notas doutras empresas, em claro objetivo de burlar o pagamento de direitos autoriais aos parceiros.
Não deve ser por acaso que os clubes que fecham com a SPR preferem pagar 25% de taxa à empresa, em vez de 10%, valor médio cobrado pelas concorrentes de mercado.
Os dirigentes, obviamente, ganham de todos os lados, e deixam correr solto, sem fiscalização, as ações que visam burlar os pagamentos devidos aos clubes que, teoricamente, deveriam defender.
Outro clube carioca que tem “parceria” com a SPR é o Vasco da Gama, com resultados pífios para a agremiação, mas altamente lucrativo a seus dirigentes.
Basta observar, para comprovar a promiscua relação de clubes e a “ex-Poá”, a quantidade de dirigentes que, após deixarem seus cargos nas agremiações, passam a trabalhar, direta ou indiretamente, com a empresa, revelando para quem, de fato, sempre prestaram serviços.

