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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

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Profissionalizar é simples, Complexo será a regulamentação

Sintetizando

No tempo que militei na arbitragem de futebol, o departamento de árbitros da FPF exigia que apresentássemos documento que comprovasse que tínhamos função definida, mesmo assim, alguns viviam das taxas referentes às partidas que trabalhavam.

Agenciador

Naquela época, diversas entidades organizavam torneios futebolísticos; para amenizar problemas com as leis do jogo, seus dirigentes procuravam algumas associações ou árbitros que exercessem a função de agenciador

Ganhos

Estes jogos eram realizados por toda semana, havendo três partidas no mesmo local, cada componente do trio, arbitrava uma, nas outras duas, como bandeirinha

Ao término do mês, somando com as escalas da federação, aquele que o fazia por toda a semana, auferia quantia financeiramente maior, caso fosse trabalhar com obrigação de marcar cartão, ficando sujeito as normas da empresa.

Nada Mudou, só aumentou

No hoje, as taxas de arbitragem pagas pelos clubes profissionais podem e devem ser bem consideradas, haja vista, que maioria dos árbitros vive das taxas referentes às partidas oficiais, ou, do denominado mundo amador

Complicado

Nos dias atuais no horário comercial, repentinamente, os árbitros são convocados para comparecerem no prédio, ou outro local designado pelos “independentes e éticos” membros da FPF com objetivo de lhes passar algum exercício?

Grana

Salvo engano, existe um artigo na CLT que diz: todos que exerçam as mesmas atividades devem ganhar o mesmo valor.

Portanto:

Quais as formas que os dirigentes conseguirão encontrar para estabelecer importância financeira e carga horária aos árbitros; sabendo que por volta de oitenta por cento, vive das taxas referentes às das partidas oficiais e “amadoras”?

Possível Solução

Para amenizar acredito que os dirigentes, os dividirão, em diversas categorias, assim fazendo, possivelmente, conseguirão escapar do inserido na CLT

Pergunta

Financeiramente, interessa aos árbitros a profissionalização e bloqueio de arbitrarem nas partidas cujos mediadores sejam agenciadores ou empresa de prestação de serviço legalizada?

Brasileirão 2013 – 17ª Rodada – Série A 

Sábado 31/08

Fluminense 0 x 2 Santos

Árbitro: Leandro Pedro Vuadem (FIFA-RS)

Os representantes das leis do jogo desenvolveram trabalho normal

Portuguesa 4 x 2 Bahia

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-SC)

Não foi exigido

Domingo 01/09

Corinthians 4 x 0 Flamengo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

Por volta do 38º minuto da etapa final, em lance normal ocorrido dentro da área defensiva da equipe carioca, observei Emerson Sheik adiantando à redonda e, lançando seu corpo à frente, no mesmo instante que seu oponente João Paulo se aproximava, assim que ocorreu o encontro entre os dois, erradamente, o árbitro marcou a falta penal

Em Tempo

Com seguidas e péssimas atuações, Wilton Pereira Sampaio continua prestigiado na CA-CBF

Na noite da Quarta Feira 28/08, jogaram Atlético-MG x Botafogo pela Copa do Brasil, com péssima arbitragem de Wilton Pereira Sampaio, na ocasião, a equipe mineira foi prejudicada; o assoprador de apito deixou de sinalizar clara penalidade sofrida pelo atacante Jô, como também, pela não expulsão do botafoguense Bolívar após cometer falta no atleticano Fernandinho, perto da linha da grande área da equipe carioca

18ª Rodada

Quarta Feira 04/09

Bahia 1 x 3 Cruzeiro

Árbitro: Paulo Cesar de Oliveira

Sem problema

Internacional 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)

Item Técnico

a) Por volta do vigésimo quarto minuto da etapa inicial, sob domínio visual do árbitro,

– Gabriel, do Inter, cruzou a redonda da direita, pro interior da área corintiana,

– quando na descendente, Cássio, goleiro do Corinthians, socou a pelota pra frente,

– no momento que deu o soco na bola, Cássio trombou com seu oponente Leandro Damião e, ficou no solo; pra mim trombada normal,

– Por ter domínio total do lance, caberia ao árbitro interromper a contenda,

– reiniciando com bola ao chão, no local em que estava a pelota, quando da paralisação

– como não o fez, Fabrício, atleta do Inter, fora da área corintiana, aproveitando o rebote, mandou a bola pro fundo da rede,

– assim que a redonda ultrapassou a linha de meta, o apitador Paulo Henrique de Godoy Bezerra, apontou o centro do campo, gesto que indica gol legalizado

– como existe comunicação entre os representantes das leis do jogo, certamente, um dos seus colaboradores, deve ter alertado que quando da trombada com seu oponente, Cássio, goleiro corintiano, permaneceu no solo sem condições de jogo

– neste instante, equivocadamente o apitador sinalizou falta do atacante no goleiro

b) O gol do Internacional surgiu após o apitador sinalizar falta no momento que a bola bateu na mão do corintiano Douglas

Concluindo

Com a marcação equivocada da falta que originou o gol do Internacional, o árbitro Paulo Henrique de Godoy Bezerra, prejudicou a equipe corintiana

Política

STF

2

 

Quando defendia José Dirceu e outros petistas envolvidos com o repugnante mensalão, convenço-me, que, por tabela, o então advogado José Antonio Dias Toffoli, no hoje, ministro do STF indicado e apadrinhado do Lula-braço curto, recebeu como pagamento do seu  trabalho, parte dos valores que seus clientes, roubaram direta ou indiretamente, dos cofres publicos

Abdução 

Em meu entendimento, o ministro José Antonio Dias Toffoli, deveria se afastar do julgamento de todos os envolvidos com o mensalão; afora este fato, para obter confiança, sou convicto, que o ministro necessita vir a publico para elucidar sobre as duvidas constantes na matéria da edição de numero 43.781 do jornal “O Estado de São Paulo” datado em 30 de Agosto de 2013, tendo como responsáveis os jornalistas Fábio Fabrini e Andreza Matais, com o titulo:

“Toffoli mantém sigilo sobre renda para empréstimos”

O ministro José Antonio Dias Toffoli se recusou ontem a detalhar seus ganhos além do salário no Supremo Tribunal Federal (STF), usados, segundo ele, para pagar prestações de dois empréstimos de R$ 1,4 milhão com o Banco Mercantil do Brasil.

Em resposta a consulta do Estado, a assessoria de Toffoli alegou, em nota, que “os rendimentos, recursos e o patrimônio do ministro são aqueles anualmente declarados à Receita Federal, em seu Imposto de Renda”. Mas não divulgou as informações.

Toffoli relata ações de banco no qual obteve empréstimo

Como o Estado revelou ontem, as parcelas dos empréstimos, de R$ 16,7 mil mensais, comprometem 92% dos ganhos de Toffoli no Supremo, de R$ 18,2 mil em julho. Segundo o gabinete do ministro, seus rendimentos “não se resumem aos vencimentos no STF”.

Toffoli é relator de processos do Mercantil, que lhe concedeu os dois empréstimos em 2011. O primeiro, de R$ 931 mil, previa inicialmente pagamento em 180 parcelas de R$ 13,8 mil mensais; já o segundo, de R$ 463,1 mil, em 204 prestações de R$ 6,6 mil.

Na época em que as operações foram contratadas, a soma das parcelas superava o salário líquido de Toffoli (cerca de R$ 17,5 mil). Em abril deste ano, após decisões do ministro nos processos, o banco reduziu os juros dos empréstimos de 1,35% ao mês 1% ao mês, o que reduziu as prestações para R$ 16,7 mil mensais.

O corte das taxas, considerado atípico até por um dos representantes do Mercantil, assegurou uma economia de R$ 636 mil no total a ser pago. A soma das prestações alcança R$ 3,21 milhões.

Segundo o Código do Processo Civil e o Regimento do Supremo, cabe argüir a suspeição do magistrado, por parcialidade, quando alguma das partes do processo seja sua credora.

O ministro relata casos do banco desde 2009, mas, mesmo com os empréstimos, não viu motivos para se afastar. Ontem, ele deixou o Supremo sem dar entrevistas.

Sem maldade

“Não sei se é conflito de interesse na prática. Se existe isso, não existe maldade”, afirmou ontem o diretor executivo do Mercantil, Paulo Henrique Brant de Araújo. Segundo ele, os empréstimos “não têm nada a ver” com os interesses do banco no Supremo, tampouco a redução das taxas. “Não é a primeira pessoa para a qual o banco poderia emprestar e que tem um cargo público. Não existe esse tipo de restrição. Se houvesse, o próprio ministro deveria se manifestar.”

O diretor não quis analisar o caso específico de Toffoli, devido ao sigilo bancário da operação, mas observou que um “bom pagador”, com garantia segura, merece “condições boas, não atípicas”. “Não necessariamente, o banco tem a obrigação de cobrar 4% ao mês”, comentou.

A reportagem consultou dois gerentes da agência do Mercantil em Brasília, que ofereceram, para cliente VIP, nas mesmas condições financeiras do ministro, empréstimos de no máximo quatro anos e taxas entre 3% e 4% ao mês. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Arremate

Após leitura e interpretação, conclui que vivemos em um lindo e imenso território, ao mesmo tempo, em matéria de comportamento, convenço-me, que estamos abaixo do fundo do poço

Verdade

3

Finalizando

4

Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

sp-07/09/2013

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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