Do começo ao fim, caso Vilson é pura malandragem
Desde o princípio, a contratação do zagueiro Vilson pelo Palmeiras, como contrapeso na “estranha” saída de Barcos para o Grêmio, nada mais foi do que uma ação entre amigos de José Carlos Brunoro para beneficiar o “sócio” V(W)anderlei(y) Luxemburgo, a quem faz força para reconduzir ao Parque Antártica.
Tanto que, sabedores que somos de que o ex-dirigente da Parmalat de bobo não tem nada, fica claro a “facilitação” à comercialização do zagueiro ao estipular seus direitos em R$ 700 mil.
A grande verdade é que o negócio já estava engatilhado, e intermediado pelo empresário Eduardo Uran antes mesmo da saída do Grêmio, razão pela qual a fixação da rescisão em valores tão diminutos.
O que vem pegando no negócio, e está melando a negociação, é que além dos R$ 700 mil a serem pagos “oficialmente” ao Palmeiras, a turma de Brunoro e Luxemburgo estaria exigindo, por fora, comissionamento, ou, digamos, ajustamento de preço, que fecharia o montante em R$ 1 milhão.
Ou seja, R$ 300 mil por fora.
Quase 50% de ágio.
Os alemães não querem pagar, e, para fazê-lo, exigem que o deposito seja feito na conta do clube, sendo então a referida “comissão” paga pelo Palmeiras.
Mas como explicar, sem dar bandeira, um montante de comissionamento tão elevado ?

