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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

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Reporto aos dirigentes da CBF, federações, clubes e entidades representativas dos trabalhadores que exercem funções diretas ou indiretas, dentro ou fora das linhas demarcadas para pratica do futebol

Frase final do e-mail que recebi do amigo e ex-árbitro de futebol Eduardo Tomaz Borghetti, lutador incansável contra presumíveis desmandos na política da cidade de Sertãozinho, localizada no estado de São Paulo

“A PESSOA QUE SE VENDE, POR MENOR QUE SEJA O VALOR DA COMPRA, ESTARÁ SEMPRE BEM PAGO, NÃO VALE NADA”

16ª Rodada do Brasileirão Série B – 2013

Sábado 17/08

Palmeiras 3 x 2 Paissandu

Árbitro: Gilberto Rodrigues de Castro Junior (PE)

Item Técnico

Deixou de sinalizar e inverteu algumas infrações

Item Disciplinar

Poderia e deveria ter sido mais enérgico, se agisse desta maneira, possivelmente, não teria ocorrido briga que envolveu grande parte dos contendores, logo após violenta falta cometida por Vanderson, defensor da equipe do Paissandu, no palmeirense Wesley, ressaltando que a falta foi corretamente sinalizada, no entanto assim que a ocorrência acalmou, pra fazer média, o árbitro expulsou os participantes da jogada faltosa

15ª Rodada do Brasileirão 2013 – Série A

Sábado 17/08

Náutico 0 x 1 Fluminense

Árbitro: Paulo Cesar de Oliveira (FIFA-SP)

Não teve influência no resultado da contenda, trabalho sereno

Domingo 18/08

Flamengo 0 x 0 São Paulo

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)

Item Disciplinar

Os cartões amarelos foram aplicados corretamente

Item Técnico

Por volta do trigésimo segundo minuto da etapa inicial,

– após cruzamento da redonda vindo da direita de seu ataque,

– Aloísio, atleta são-paulino, subiu e desviou a redonda pro fundo da rede adversária com a mão,

– de imediato, o assistente postado atrás da meta flamenguista cumpriu seu dever, comunicando a irregularidade;

– sem pestanejar, Ricardo Marques Ribeiro apontou a infração e, advertiu Aloísio com o amarelo.

Não Foi Pênalti

Aos quarenta e dois minutos da fase final, dentro da área do Flamengo,

– aconteceu leve toque com o braço do flamenguista Luiz Antonio,

– no costado do são-paulino Lucas Evangelista, que, espertamente,

– lança seu corpo à frente para cavar falta, incorretamente, sinalizada pelo árbitro,

– batida por Jadson, defendida, pelo goleiro Felipe

Corinthians 1 x 0 Coritiba

Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortes (FIFA-RG)

Resumirei minha analise no item técnico, ou seja, marcação da inexistente penalidade máxima favorável a equipe corintiana quando da disputa normal de ombro ocorrida no interior da área da equipe visitante provocada pelo corintiano Danilo no oponente Lucas Claro, nos minutos finais da contenda, até então, empatada no 0x0

Gol

Após fortes e corretas contestações dos curitibanos, a redonda foi colocada na marca penal, o corintiano Guerreiro chutou para definir; Corinthians 1 x 0 Coritiba

Conclusão

Bater no peito para mostrar o distintivo FIFA, deveria ser seguido de coragem para enfrentar todo tipo de pressão

Internacional 0 x 0 Atlético-MG

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP-ASP-FIFA)

Os representantes das leis do jogo desempenharam suas funções normalmente

Copa do Brasil

Quarta Feira 21/08

Luverdense (MT) 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)

Item Técnico

O resultado da contenda teve origem no toque de mão do atacante Misael, da equipe da casa, antes de chutar a redonda pro fundo da rede corintiana

Encoberto

Mesmo estando perto do lance, Pablo dos Santos Alves, árbitro da refrega teve sua visão encoberta por um dos defensores corintianos que marcava Misael

Árbitro Adicional

Houvesse árbitro adicional atrás ou ao lado da meta, possivelmente, avisaria o árbitro

Política

Saúde

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Hospital publico

Dias passados  

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Sarney está internado no Sírio-Libanês, mas jovem maranhense dá à luz em calçada de São Luís

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Caso de polícia – A população do Maranhão precisa urgentemente dar um basta às cinco décadas de desmandos da família Sarney, que transformou o estado na mais pobre unidade da federação. Chefe do clã que governa o estado como se fosse uma capitania hereditária, José Sarney (PMDB), o senador caudilho, despencou no Hospital Sírio-Libanês por causa de uma combinação de pneumonia com dengue. Recorrer ao principal e mais concorrido centro médico do País para tratamento é algo normal, principalmente quando a conta é bancada com o suado dinheiro do contribuinte.

Depois de arruinar sua terra natal, Sarney elegeu-se senador pelo Amapá sem jamais ter abandonando o mando na terra do arroz de cuxá e da vinagreira. Não contente com tragédia diuturna que enfrentam os maranhenses, o ex-presidente do Congresso Nacional tem feito um rodízio do poder entre seus familiares e apaniguados. No momento, o desgoverno do Maranhão está a cargo de Roseana Sarney, que é ré em processo que tramita no Tribunal Superior Eleitoral e pode lhe ceifar o mandato.

Enquanto os integrantes da família se dividem entre festas nababescas, escândalos de corrupção e internações nos caros hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein, ambos em São Paulo, os maranhenses sofrem com a degradação que se instalou na saúde pública do estado.

Em junho passado, uma jovem maranhense de dezesseis anos deu à luz na calçada de um hospital de São Luís, depois de não conseguir vaga em outro centro médico da capital. O pai da criança, William Barbosa, está revoltado e disse que só agora a família reuniu condições emocionais para denunciar o caso. “O tratamento que ela recebeu foi pior do que o dado a um cachorro”, declarou.

A mãe da garota continua sem compreender o que aconteceu à porta do hospital. “Fiquei chocada. Parir assim na porta de um hospital e passar uma vergonha dessas. Foi muito triste e poderia acontecer alguma coisa à minha filha, que poderia ter batido a cabeça”, afirmou.

O escárnio alcança seu ápice com a declaração do diretor do hospital cuja calçada foi utilizada como sala de parto. O médico considerou absolutamente normal o procedimento. Antes de dar à luz em plena rua, porque o portão do hospital estava fechado, a jovem teve atendimento recusado na Maternidade Marly Sarney. Como se não bastasse o absurdo em que se transformou o Maranhão, o caudilho ainda ousa batizar os prédios públicos com nomes de integrantes do clã. A mesma Marly Sarney, que dá nome à maternidade, está confortavelmente instalada no Sírio-Libanês à espera da recuperação do marido.

Em um país sério e com autoridades competentes e cumpridoras da lei, Sarney e seu bando já estariam contemplando de forma geometricamente distinta o nascer do astro-rei, não sem antes terem os bens arrestados em benefício da população do estado. Por outro lado, em nações onde a democracia sequer faz parte do dicionário, essa turma só seria encontrada em livros de História.

Finalizando

O prolongado silêncio do falante ex- presidente; a fabulosa participação popular nas ruas e a providencial presença do Papa, encarnação viva da maioria cristã no Brasil, referendaram o colossal clamor do:

VOLTA LULA!

Volta Lula e explica o MENSALÃO;

Volta Lula e explica o fenômeno “ROSE”;

Volta Lula e explica sobre os médicos cubanos;

Volta Lula e explica a falência do SUS;

Volta Lula e explica os 0,20 centavos mais caros do planeta;

Volta Lula e explica a falência da Petrobras;

Volta Lula e explica o PRE SAL;

Volta Lula e explica essa sua criação “DILMA” a gerentona…

Volta Lula e explica suas relações com EIKE BATISTA…

Volta Lulla e explica o fenômeno de seu filho Lulinha…

Volta Lula e explica essa criação “DILMA”, a mãe do PAC…

Volta Lulla e explica seu envolvimento com a FIFA…

Volta Lulla e explica se puder

Todos sabem: se o Lula se explicar, O PT E ALIADOS SERÃO TRANCAFIADOS!

Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

– 24/08/2013

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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