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Saiba um pouco mais sobre os “esquemas” do Santos Futebol Clube

circo laor

Há cerca de um ano, esse espaço denunciou, com nomes e fatos, diversas falcatruas que estavam acontecendo nas categorias de base do Santos.

Ameaças físicas e de processos aconteceram, nunca, porém, executadas.

Pelo temor da verdade, a atual diretoria do Peixe, sem alarde, dispensou algumas pessoas, porém, os cabeças do “esquema” parecem ter permanecido.

Segundo testemunhas, Luis Fernando e Silvana Trevisan.

“O esquema da base sempre teve como cabeça Luis Fernando, auxiliado pela Silvana Trevisan, que fazia o “meio-campo” com empresários, atletas e pais. Eram auxiliados também pela psicóloga Juliane Fechio, que se aproveitava do livre transito entre profissional e a base.”, disse um funcionário do Santos.

Na sequencia, as denúncias são ainda mais graves.

“O Santos tem ainda próximo de dez garotos com idade adulterada jogando na base, com conhecimento da diretoria, que teme perder dinheiro ao dispensa-los.

Um caso chegou ao conhecimento da FPF que resolveu a questão sem alarde, como Santos dispensando o atleta. O certo seria punir o santos nas competições que disputa.”, finalizou.

Há informações ainda de que outros funcionários do Santos, que tentam se contrapor ao “esquema”, foram sumariamente demitidos.

Caso por exemplo de Abel, que foi demitido após recusar-se a montar equipe imposta por Luis Fernando.

“Todas as linhas telefônicas são monitoradas ilegalmente pela segurança do clube, desde que LAOR assumiu, sem autorização judicial, constrangendo e coagindo funcionários. Os que reclamaram foram demitidos.”, reclama uma funcionária.

“Sofrem os que tentam se portar de maneira honesta, como o Lima, que trabalha na avaliação de franquias, que perdeu importância no clube ao se mostrar contra os esquemas. O gerente da base caiou há dois dias”, finalizou.

Boa parte das pessoas ouvidas pelo blog garantem também que tanto Luis Fernando, quanto sua “parceira”, Silvana Trevisan, teriam “facilidade” para negociar jogadores com o São Paulo e o Deportivo Brasil, de J.Havilla.

“Pressionado, o LAOR mandou alguns funcionários embora. Felipe Faro, Ney Pandolfo e Carlos “Eike Batista” do profissional.

Ney Pandolfo por ser inexpressivo, Carlos “Eike Batista” por fazer negócios escusos, Luis Fernando Morais por aliciamento de menores, perseguição a funcionários de carreira, conivência com “rolos” (mandou 90% de atletas da época de Zito embora e trouxe garotos de qualidade péssima para o lugar.)

Acabou abastecendo clubes rivais, em que boa parte dos dos dispensados estão jogando, com contrato assinado.”, revela um diretor da base.

Segundo esse mesmo diretor, os advogados Dr. Gazzola, dispensado, e o  Dr. Bozella, estariam se beneficiando do “esquema”.

Em sendo verdade, um grande absurdo.

Ainda pegando o gancho sobre os jogadores com documentação irregular na base do Santos, recentemente o clube foi intimado pela Secretaria de Educação do Município, através de um requerimento de investigação da origem das documentações apresentadas pela assistente social do Peixe, tamanha era a quantidade de falsificações, principalmente em atletas oriundos do Nordeste.

Documentações que foram fornecidas pela assistente social do clube que, não por acaso, também empresaria jogadores, mantendo alguns deles morando em sua residência, na Praia Grande.

Ou seja, a administração LAOR, desde a denúncia anterior, jogou fora o que podia jogar, mas o grosso da sujeira, tudo indica, permanece embaixo do tapete.

Não se sabe se por conivência ou medo de perder apoio político dos caciques responsáveis pelos funcionários citados na matéria.

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