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Inesquecível “Os Rebeldes do Futebol”

Estivemos, ontem, no Museu do Futebol, em São Paulo, para assistir ao filme “Os Rebeldes do Futebol, dos franceses Gilles Perés e Gilles Rof, válido pela mostra CINEFOOT, já em sua quarta edição.

Absolutamente magnífico, para não dizer inesquecível.

Das melhores coisas já feitas pelo cinema com o tema futebol e política.

Era visível a reação do público a cada história, alguns com lagrimas nos olhos por diversas vezes.

São retratadas as lutas de cinco ex-jogadores de futebol pela democracia, as vezes em embate frontal contra regimes ditatoriais.

Antes, porém, tivemos uma homenagem inesquecível ao Dr. Sócrates, com a participação de Juca Kfouri, Raí e Wladimir, que, juntamente com o público presente, vestiram máscaras com o rosto do Magrão e ergueram camisetas com a inscrição “Vote dia 15”, utilizada pelo Corinthians nos anos 80.

A presença do chileno Carlos Caszely, que recusou-se a apertar a mão do general Pinochet – e pagou por isso, emocionou a todos.

Os outros retratados pela película são Sócrates, pela Democracia Corinthiana, Pasic, que permaneceu na Iugoslávia em guerra para ensinar crianças, Mekloufi, que deu enorme contribuição para a independência da Argélia ao montar uma Seleção não reconhecida pela FIFA, e Drogba, que conseguiu unir a Costa do Marfim, em guerra, organizando jogos de futebol da seleção e discursando abertamente contra o conflito.

Destaque também para a brilhante condução narrativa de Eric Cantona.

Um filme obrigatório não apenas para quem gosta de futebol, mas pela necessidade de demonstrar que podemos sim, cada um dentro de seu limite, fazer a nossa parte para que o mundo possa ser cada vez melhor.

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6 comentários sobre “Inesquecível “Os Rebeldes do Futebol”

  1. Paulinho não sei se aparece o nome do (Dr.) Afonsinho, se lembra dele? Barbudão, meio de campo, jogou no Vasco e Bangu. Rebelde todo!

  2. O Sócrates lutava pela democracia, mas apoiava o regime Castrista de Cuba…. Que Deus o tenha, mas de democracia ele não sabia nada.

  3. Agora, com a violência e corrupção absurdas de atualmente, precisamos de rebeldes que lutem pela volta da ditadura no brasil. Do jeito que está, estamos cada vez mais fundos no buraco e já dá saudades de ser “apenas” torturados por sermos rebeldes ao invés de queimados vivos até morrer porque estamos sem dinheiro para o assaltante.

  4. Os melhores episódios são os que envolvem o bósnio Predrag Pašić e o chileno Carlos Caszely. Não que os outros sejam inferiores mas principalmente o episódio que traz o Pašić é singular.

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