Presidente da FERJ beija as mãos de quem o espionou

Noticiamos, recentemente, que o presidente da FERJ, Rubens Lopes, foi um dos espionados por Marco Polo Del Nero, da FPF, naquele “pacote” que incluiu também a “namoradinha” do dirigente.

Mesmo sabedor do episódio, Lopes, por razões inconfessáveis, embora fáceis de serem supostas, acaba de se aliar ao dirigente.

Será o Secretário Geral da CBF em caso de vitória de Del Nero nas próximas eleições.

O salário atual desse cargo ?

R$ 100 mil.

Que, na verdade, transforma-se em “ajuda de custo”, perto do que se pode auferir com o poder.

Saiba mais sobre o assunto

http://blogdopaulinho.wordpress.com/2013/05/05/marco-polo-del-nero-teve-acesso-ilegal-ao-computador-da-ferj-e-a-dados-de-seu-presidente/

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2 respostas para Presidente da FERJ beija as mãos de quem o espionou

  1. Adimilson Anderson Nunes disse:

    Longe de defender o cancro chamado Eduardo Vianna, vulgo Caixa D’Água, que foi presidente da FERJ mas este Rubens Lopes ele conseguiu uma proeza ainda maior que o Caixa D´Água, realizar campeonatos estaduais piores do que aquele de 2002, apelidado jocosamente de “Caixão 2002”.

    Se na gestão do Caixa D’Água, tínhamos por meio escusos o Americano de Campos como um time forte do interior fluminense – todos sabem que Vianna era torcedor fervoroso do time campista – na gestão Rubens Lopes, o que vemos são 4 clubes grandes totalmente desinteressados no estadual – o Flu pediu pelo amor de Deus que o Botafogo vencesse a Taça Rio e liquidasse logo o calvário que é disputar esse estadual – além de equipes interioranas sem estádios adequados para receber seus jogos além é claro da bizarrice de vermos um Botafogo x Nova Iguaçu no Proletário (estádio do Bangu) e o time local, o Bangu jogando contra o Quissamã, em Volta Redonda, como mandante.

    É que seu blog Paulinho não visa debater algo que é secundário, a Segundona do Rio de Janeiro – aqui, a chama A-2 – mas olha, um dia quando você quiser, temos um relatório imenso das falcatruas que é esta competição administrada pela FERJ na gestão Rubens Lopes.

    Tanto Vianna quanto agora o Lopes, estão terminando a destruição total do futebol do Rio de Janeiro. Se no interior, os clubes estão quase extintos e entregues nas mãos de gente inescrupulosa, os times da capital e que davam um certo charme ao campeonato (em situação similar a cidade de Buenos Aires, com vários clubes de bairro), hoje, os mesmos estão entregues as traças.

    São Cristóvão (clube que revelou o Fenômeno)

    Campo Grande (era um terror jogar no lendário Ítalo Del Cima, na zona oeste)

    Bangu (hoje, útil por causa do ótimo campo de Moça Bonita),

    Bonsucesso (time que revelou Maurício, o responsável pela quebra do tabu do Botafogo em 1989)

    Olaria (jogar na caixa de fósforo na Bariri era fantástico)

    Portuguesa da Ilha (com o seu estádio de ventos uivantes)

    América (o time mais estuprado pelas arbitragens no Rio de Janeiro)

    Madureira (o tricolor suburbano e seu alçapão em Conselheiro Galvão).

    Jogos duros e difíceis no antigo Louzadão, em Mesquita.

    Tudo isso, tá acabando.

    Já acabaram com a GERAL do Maracanã, o local mais democrático do mundo, onde a ZS encontrava-se com a ZN e a ZO e todos eram felizes. Estão acabando com os velhos campos do Rio de Janeiro e, os seus respectivos clubes.

    Dá-lhe pasteurização e higienização!

  2. Adimilson Anderson Nunes disse:

    Mais uma prova do que falamos, a crise perene no São Cristóvão e em outros clubes de bairro do Rio de Janeiro.

    http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2013/06/06/berco-de-ronaldo-sao-cristovao-vive-crise-e-perde-ate-cortador-de-grama.htm

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