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Os políticos e a Cultura do Vírus

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Por NAPOLEÃO DUMONT

Os jornais noticiam a epidemia da gripe A, causada pela propagação do vírus H1N1, informando que 90% das mortes ocorreram no Estado de São Paulo (Folha, 22/05, C6; O Estado de São Paulo, A11).

Informa-se, também, que o Ministério da Saúde “reforçou as medidas que devem ser adotadas frente à doença, entre elas a oferta imediata do Tamiflu (medicamento contra H1N1, nos casos graves e entre pessoas do chamado grupo de risco).

E prossegue: “outras orientações do Governo são lavar bem as mãos e evitar locais públicos.”.

E ficamos sabendo que “a melhor proteção da vacina dura cerca de dois meses”, afirma o Ministro da Saúde. Ou seja, não protege muito…

Tudo isso foi dito pelo Governo Federal: “lavar as mãos” e “evitar locais públicos”.

É verdade: o Governo Estadual do Sr. Alckmin e o Municipal do Sr. Haddad realmente “lavaram as mãos” e, como diante da epidemia e possibilidade de agravamento, promoveram, ou deixaram acontecer a porca e criminosa concentração que foi a “Virada Cultural”.

Diante da irresponsabilidade de tais governantes, que Deus nos proteja e não permita que a Virada Cultural se transforme em Cultura do Vírus !

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9 comentários sobre “Os políticos e a Cultura do Vírus

  1. Levante as estatísticas de morte de outras doenças. Primeiro vai perceber que este número de mortes está longe de ser grande comparado com outras doenças até mais comuns. Depois vai perceber que tem mais morte em São Paulo porque São Paulo tem mais gente/aglomeração. Isto não quer dizer que São Paulo não precisa se mexer, mas como diria um grande professor, a estatística é a arte de mentir com os números.

  2. Se for pensar desta maneira, os jogos de futebol, shows e outros tipos de eventos deveriam ser proibidos. Responsabilizar a Virada Cultural pela propagação do vírus é querer tapar o sol na peneira.
    Não que eu goste da Virada, mas Paulinho, quando vc é contra alguma coisa começa a achar muito pelo em ovo.

    Abraços

  3. Ah, de novo historinha da H1N1, a maior piada mal contada dos últimos tempos !?! Não é de se espantar que alguns países na Europa se recusaram na época a comprar a vacina e nem por isso ocorreu algum extermínio em massa…

    Alias, enquanto morreram 61 pessoas disso, no mesmo período pode por na conta mais de 500 de uma gripe comum, etc..

  4. Terêncio, a matéria trata de porcentagem. É bastante perspicaz seu ponto de vista, porém nessa matéria não se trata de números absolutos como você destacou.

    Além disso, apesar da baixa mortalidade do H1N1, comparando-se com outras doenças, o governo deveria estar mais preocupado, pois a influenza é uma das epidemia que se dissemina de forma mais eficiente na população humana (e animal). Grandes pandemias ja ocorreram na história recente, levando consigo grande número de vítimas. Portanto, vale o velho chavão: “Povo que não conhece sua história está condenado a repeti-la”.

  5. Não conheço ninguém que teve essa gripe
    Nem na cidade que moro nem na região
    Tudo balela pra laboratório vender remédio!!!

  6. Isso aí , vamos gastar o dinheiro público com estádios e médicos cubanos. O povo que se dane. Que merda.

  7. Paulino, você errou o sobrenome do sujeito que escreveu o texto. Pelo conteúdo do escrito, seu nome deveria ser Napoleão Bonaparte. Essa gripe mata menos que o trânsito em SP

  8. Governo Alckmin mais uma liderança para o Estado. Depois da Segurança Zero, agora a gripe da tucanalha e os baba-ovos quietinhos, quietinhos…!!!

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