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Enquanto cuida de “organizados”, suspeitos de assassinato na Bolívia, Governo brasileiro abandona trabalhador na Indonésia

Sempre benevolente com a criminalidade, o Governo brasileiro até casa já ofereceu aos “organizados” corinthianos, presos na Bolívia, suspeitos de assassinar o garoto Kevin, de apenas 14 anos.

Enquanto isso, na Indonésia, um trabalhador brasileiro implora, sem sucesso, por um mínimo de ajuda do Itamaraty.

No último dia 24 de janeiro, o personal trainer, Renato Cordeiro Mecca, de 33 anos, sofreu grave acidente de moto no país asiático.

Teve lesões gravíssimas na coluna cervical, piorou depois da cirurgia e hoje agoniza num hospital local, com sistema de diafragma rompido, respirando com ajuda de aparelhos.

Sua única chance de ter tratamento adequado é retornar ao Brasil, local em que há especialistas para tratar de seu caso.

Porém, para transportá-lo, é necessário um avião UTI, que tem custo de R$ 333 mil, aproximadamente.

A família tem implorado ajuda ao Itamaraty solicitando que o Governo possa enviar o transporte para tentar salvar a vida do rapaz que, diferentemente dos corinthianos presos na Bolívia, é um trabalhador.

Até agora, nenhuma ação ou resposta foi conseguida.

Desesperados, os familiares criaram, na internet, uma petição on-line, com meta de atingir 10 mil assinaturas, na tentativa de sensibilizar o Ministério das Relações Exteriores.

Assine aqui a petição

Sensibilidade essa aflorada no empenho demonstrado para facilitar a vida de gente claramente ligada ao crime organizado, mas incapaz de mover uma palha para os decentes, porém desprovidos de mídia.

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