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Chalita se enrola cada vez mais

Gabriel Chalita foi acusado, recentemente, de receber propina enquanto cuidava da Secretaria da Educação, em São Paulo.

Antes disso, logo após deixar as funções de assessor do padre Marcelo Rossi, a nova equipe do religioso diagnosticou que a entrada de dinheiro da venda de livros no período Chalita era dois terços inferior ao que deveria ter ocorrido.

Chalita, nesse caso, disse que foi inábil ao negociar, refutando que teria desfalcado o caixa da igreja, versão essa recentemente aceita pelo religioso, que parou de falar sobre o assunto, até elogiando-o em recente entrevista.

Situação bem diferente do caso das propinas que teriam sido pagas a Chalita, por intermédio da COC, em que há documentos contundentes sustentando a denúncia.

Após algum período de silencio, o político escritor concedeu entrevista à Folha, e tratou de se enrolar ainda mais.

Não explicou nada sobre o assunto, limitando-se a insinuar perseguição, pagamento de jornalistas para escrever supostos dossiês contra si, além de sair pela tangente ao dizer que possuía renda suficiente para bancar a reforma de seu apartamento sem precisar pegar propina de ninguém.

Como se os propineiros fossem todos pobrezinhos, e recebessem os valores por que precisam, não pelo fato de se habituarem ao ofício.

Temos exemplos claros de gente que não precisava de dinheiro para bancar suas necessidades, mesmo assim faziam-se valer de atos de corrupção, como João Havelange, José Dirceu, Paulo Maluf, etc.

Fato é que Chalita perdeu boa oportunidade de comprovar sua inocência, numa entrevista inócua, sem sustentação, e que atenta até contra sua suposta inteligência de escritor.

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