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O Barça não merecia, o Bayern, finalista, sim

O Bayern venceu novamente um desanimado Barcelona, desta vez por três a zero, classificando-se para a final da Champions League.

Completando duas goleadas impressionantes contra uma das melhores equipes de todos os tempos.

Foi feita a justiça, pelo que seu viu nos 180 minutos, mas também a injustiça, com um Barcelona que não merecia, pelo histórico recente, perder de maneira tão impiedosa.

O Barça começou a primeira etapa nitidamente nervoso, sentindo a falta de seu principal jogador, contundido, no banco, dando lugar a Fabregas.

Até a posse de bola, de “apenas” 55% era inferior ao natural da equipe, muito em função de erros de passe no ataque, na tentativa de furar o ótimo setor defensivo alemão.

Logo aos 4 minutos, a arbitragem errou ao não marcar recuo claramente intencional de Daniel Alves para Valdes.

No contra-ataque, o Bayern levava até mais perigo, deixando os catalães absolutamente apreensivos.

Robben, na cara do gol, foi cortado por Piqué quando se preparava para concluir, aos 12 minutos.

Pedro acordou o Barcelona quando, aos 24 minutos, arriscou da entrada da área e Neuer fez boa defesa.

Os catalães passaram a pressionar mais e dominaram todo o restante do primeiro tempo, embora o Bayern, com absolta competência, conseguia evitar boas partes das jogadas.

Aos 26 minutos, Daniel Alves cruzou pela direita, Fabregas ajeitou de peito e Xavi concluiu, por cima do gol.

Pressão que permaneceu até o intervalo, porém sem abertura de marcador, para desespero dos donos da casa.

O segundo tempo começou e Messi, uma pena, não entrou.

Para piorar ainda mais a situação do Barça, Robben, que já havia liquidado os espanhóis no primeiro jogo, fez sua tradicional jogada de cortar para dentro e bater com curva, aos 3 minutos, marcando um golaço.

O Camp Nou, acostumado a momentos de glorias do Barcelona, calado, limita-se a escutar os torcedores do Bayern, ensandecidos, comemorando.

No desespero, tendo que fazer seis gols, os espanhóis erravam quase tudo, enquanto os alemães, tranquilos, se defendiam bem e, vez por outra, criavam boas oportunidades.

Sanches entrou no lugar de Xavi, aos 10 minutos, numa alteração inusitada.

Mas de nada adiantou.

O Barcelona claramente desanimou na partida e passou a jogar no “piloto automático”, tentando apenas evitar um desastre maior.

Tanto que, aos 19 minutos, Iniesta saiu de campo, dando lugar a Thiago Alcantara, numa demonstração do treinador catalão de que tudo realmente estava perdido.

E quando a fase é ruim…

Aos 27 minutos, Ribery cruzou pela esquerda, Piqué tentou cortar e mandou contra o próprio gol.

Dois a zero.

Pá de cal.

Não.

Deu tempo ainda para, três minutos depois, Ribery colocar a bola na cabeça de Muller, que não perdoou.

Três a zero.

Inquestionáveis sete a zero no total.

Por motivos óbvios, Messi não entrou, sendo poupado de participar do desastre.

No final, a vitória do Bayern sobre um dos melhores times de todos os tempos valorizou ainda mais a classificação para a finalíssima da Champions Legue, em que o favoritismo da equipe é total contra os esforçados atletas do Borussia.

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