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São Paulo e Palmeiras (ameaçado pela Mancha Verde) empatam no Morumbi

Antes do clássico disputado no Morumbi, jogadores do Palmeiras foram obrigados a aguentar nova manifestação de bandidagem da facção criminosa Mancha Verde, que pichou o muro do clube dizendo que se não vencessem o jogo iriam “apanhar”.

Tomara sirva de estimulo para Paulo Nobre, além de encerrar com a promiscuidade histórica entre essa gente e o clube, tenha coragem para, quem sabe, proibir de vez a entrada dos bandidos em jogos do Palmeiras.

No jogo, o Tricolor, mesmo com um jogador a menos desde o início da segunda etapa, conseguiu superar a pressão palmeirense, segurando o empate em zero a zero.

O primeiro tempo teve o São Paulo com maior posse de bola, enquanto o Palmeiras, inferior tecnicamente, buscava se fechar para, então, buscar o contra-ataque.

Mas quase nada aconteceu.

Sonolento, o Tricolor criou apenas duas jogadas dignas de nota.

Aos 7 minutos, quando Ganso deu belo toque de calcanhar para Douglas, que deixou Luis Fabiano na cara do gol, mas Fernando Prass fez boa defesa.

Depois, somente aos 29 minutos, em jogada ensaiada complementada de cabeça por Rodrigo Caio, que novamente o goleiro palmeirense defendeu bem.

Para não dizer que o Palmeiras inexistiu ofensivamente, aos 42 minutos Rogério Ceni fez sua única intervenção, defendendo bola batida no meio do gol por Marcio Araujo.

Bem diferente da primeira etapa, o Palmeiras veio com tudo para o ataque no segundo tempo e, logo aos 3 minutos, Patrick Vieira bateu bola perigosa, na entrada da área, que passou à esquerda de Rogério Ceni.

Dois minutos depois, Valdívia cometeu falta em Lucio no meio de campo e catimbou até o zagueiro perder a cabeça, acertá-lo com o cotovelo e ser expulso de campo.

Aos 7 minutos, Ney Franco tirou Ganso de campo para colocar Jadson, em alteração vaiada pelo torcedor são-paulino.

Rogério Ceni, aos 10 minutos, segurou pelo rabo uma bola batida por Vinicius e, por pouco, não engoliu um frango.

O Palmeiras, empolgado partiu para o ataque.

Luis Fabiano, aos 12 minutos, recebeu cartão amarelo por carrinho aplicado no meio de campo.

Dois minutos depois, o treinador são-paulino, temendo pelo pior, tirou o atacante do jogo, colocando Osvaldo em seu lugar.

E o marasmo do tempo inicial sumiu de vez, dando lugar a um clássico movimentado e interessante de ser assistido.

Fernando Prass, aos 19 minutos, fez grande defesa em batida cruzada de Aloísio.

Aos 34 minutos, atacando mais, o Palmeiras novamente levou perigo em ótimo chute de Weldinho, que passou raspando a trave direita de Rogério.

No contra-ataque, aos 40 minutos, o ótimo Osvaldo driblou a zaga para dentro e bateu, para boa defesa do arqueiro palestrino.

O resultado final demonstrou bem a diferença entre as duas equipes no momento.

Enquanto o São Paulo, revezando seus titulares, além de jogar boa parte do tempo com dez jogadores, conseguiu evitar uma derrota no Morumbi, o Palmeiras, com o que tem de melhor, embora tenha pressionado, encontrou imensas dificuldades em criar jogadas que pudessem proporcionar os três pontos à equipe.

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