A imoral política brasileira: o “príncipe virou um sapo

Em 1992, Lindbergh Farias (PT) foi lider dos famosos “caras pintadas”, enquanto presidente da UNE, movimento que exigiu o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello.
Dois anos depois, sempre com discurso moralizador, ingressou na política nacional elegendo-se deputado federal pelo PCdoB.
E por ai foi até chegar, em 2001, ao PT.
Começou a beijar mãos de pouca higiene e cresceu no partido.
A então “ideologia” contra a corrupção desceu pelo ralo, dando lugar ao sistema do “toma-lá-dá-cá”, próprio dos ambiciosos políticos nacionais.
Elegeu-se Prefeito de Nova Iguaçu e, agora, ocupa vaga no Senado brasileiro.
É uma das forças em que o PT mais aposta para os anos que estão por vir, sempre no velho esquema do marketing “engana povão”, em que se mostra distorções da verdade, publicamente, enquanto se esconde bravamente o mais escabroso.
Porém, basta observar a sequencia de fotos abaixo, para ter uma boa noção da verdade.
Lindbergh Farias antes de ingressar no PT



Lindbergh Farias após ingressar no PT



