Dirigentes do Corinthians podem ter colocado sinalizadores para dentro do estádio boliviano
Fez muito bem a CONMEBOL em punir o Corinthians com a impossibilidade de torcedores comparecerem a jogos do clube na Libertadores da América.
Um prejuízo que pode ultrapassar a marca de R$ 15 milhões.
É clara a conivência de dirigentes corinthianos no episódio.
Não apenas pelo financiamento de passagens, estadia e ingressos, mas também por outras facilitações.
É pratica habitual dos homens ligados ao futebol corinthiano de colocar artefatos, inclusive os referidos sinalizadores, em estádios de futebol, burlando a fiscalização desses locais.
Sozinhos, os criminosos não conseguiriam nem pegar o avião, quanto mais entrar no estádio com os explosivos.
Os dirigentes alvinegros aproveitam-se da falta de rigidez em suas revistas para a prática do que consideram “colaborar com os organizados”.
Entre os que “ajudam”, está o olheiro, Mauro Van Basten, alguns conselheiros e até o gerente Edu Gaspar, que chorou após o trágico episódio boliviano, provavelmente por remorso.
Até em aeroportos, misturam aos pertences do clube objetos dos “torcedores”, evitando assim que sejam barrados antes do embarque e depois no desembarque.
Uma promiscuidade só, que foi premiada, dias atrás, com o resultado já conhecido e repugnado por todos os amantes ou não do esporte.
Tomara sirva de lição para que não apenas o Corinthians, como outros clubes que adotam a mesma prática, parem de dar subsídios para a sobrevivência desses criminosos que se dizem torcedores de futebol.

