Eliminações de janeiro demonstram o estrago dos empresários nas categorias de base no Brasil

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De maneira vexatória a Seleção Brasileira foi eliminada do Sul-Americano SUB-20, em que venceu apenas uma partida, na bacia das almas, contra a fraquíssima Venezuela, por um a zero.

Novamente os melhores jogadores não foram convocados, dando espaço a apadrinhados de dirigentes e mercadorias de empresários.

Até os poucos que poderiam se destacar no torneio eram deixados no banco de reservas, enquanto nulidades que certamente serão esquecidas nos próximos anos assumiam a titularidade, demonstrando subserviência, no mínimo, do treinador.

Enquanto isso, na Copa São Paulo de Juniores, o nível técnico, a cada ano, supera-se na ruindade.

Entre os diversos vexames de equipes tradicionais, nenhum foi maior do que o Corinthians, tradicional vencedor da competição.

O clube entrou no torneio com duas equipes, a que ostentava sua camisa, eliminada nas oitavas de final, e a do Flamenguinho de Guarulhos, que saiu ainda na fase de grupos.

Dupla eliminação num torneio fraquíssimo, que deve ser creditada sempre aos dirigentes, que não são do ramo, e ainda facilitam a ação dos atravessadores, evidentemente não de maneira gratuita.

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