Sobre os duelos brasileiros na Libertadores 2013

Logo após o sorteio dos grupos da Copa Libertadores 2013, o sorriso anêmico do treinador V(W)anderlei(y) Luxemburgo demonstrou claramente sua preocupação em ter que enfrentar a LDU, do Equador, logo na fase pré-grupos.

Dois jogos, um deles na altitude, que tornam, sem dúvida, a missão gremista das mais difíceis do torneio.

Se passar de fase, terá ainda a árdua tarefa de frequentar o grupo do Fluminense, embora os outros adversários, Huachipato (CHI) e Caracas (VEM) não coloquem medo em ninguém.

Ao Corinthians restou um grupo de razoável perigo, com o ridículo San José (BOL), o mediano Milionários (COL) e uma equipe mexicana, o Tijuana, que se não é uma assombração, de boba também não tem nada.

Outro que precisa se preocupar, e muito, é o Palmeiras, que enfrentará o experiente Libertad (PAR), o mediano Sporting (PER) e, muito provavelmente o Tigre (ARG), que não deve ter dificuldade em vencer os venezuelanos do Anzoategui, na fase pré-Libertadores.

Além das dificuldades naturais de enfrentar adversários de bom porte, e de não ter um time que imponha respeito, o Palmeiras herdará ainda os resquícios da recente batalha entre os argentinos e os são-paulinos.

O grupo mais equilibrado do torneio, sem dúvida, é o do Galo.

Têm uma equipe argentina, o Arsenal, e os bolivianos do Strongest, frequentes na Libertadores, além da provável presença do São Paulo, que não deve ficar no caminho perante o Bolivar (BOL), na fase inicial.

Não seria nada impossível que uma das duas equipes nacionais ficasse pelo caminho antes mesmo de avançar na competição.

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