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Tirone e o hábito de não pagar as contas

Quando a candidatura de Arnaldo Tirone foi apresentada no Palmeiras, o discurso era de que se tratava de um empresário “bem sucedido”, e que utilizaria sua experiência para ajudar o clube.

Logo depois, descobrimos que, na verdade, suas “empresas” resumia-se a uma lanchonete, que, por sinal, foi para leilão mais de uma dezena de vezes por não honrar as despesas com fornecedores.

Hábito este que Tirone não perdeu.

Tirone, protagonista da pior gestão da história palestrina, apesar de ter reformado seu estabelecimento após assumir a presidência do clube, está novamente sendo processado por calote.

Segundo processo alocado na 33ª Vara Cívil, deve R$ 154,7 mil de aluguel no local em que sua lanchonete está instalada.

Desde agosto a proprietária, Sr. Laura Batista tenta, sem sucesso, citá-lo para dar andamento à contenda.

Indubitavelmente o Palmeiras não merece permanecer mais alguns anos nas mãos desse tipo de gente.

* Por intermédio de sua assessoria, o presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, disse que a cobrança refere-se a uma diferença de valores no aluguel cobrada pela filha da proprietária original, já falecida. E que ainda não foram comunicados oficialmente da referida ação.

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