Marin implora para falar com Dilma
Não é de hoje o que presidente da CBF, José Maria Marin, vem pedindo socorro ao presidente Lula no intuito de ser recebido pela presidenta Dilma Rousseff.
Razão pela qual, para não “incomodar” o “chefe” do Mensalão, manteve o emprego de Andres Sanchez e de seu sócio, Mano Menezes, na entidade.
Ocorre que a ojeriza de Dilma sobre o passado de Marin é praticamente irreparável.
Lula, mesmo auxiliado pelos “companheiros” ligados ao Corinthians, além do inconfiável deputado Vicente Cândido, não demonstrou a força necessária para cumprir a tarefa prometida, tanto que desde a época de Ricardo Teixeira a presidenta parece manter firme a posição de não se relacionar com essa gente.
No que, aliás, faz muito bem.
Desesperado, segundo a coluna de Mônica Bergamo, na FOLHA de hoje, outros presidentes de clube, subservientes, reforçaram o pedido a Lula, no intuito de se mostrarem “prestativos” a Marin.
Não devem conseguir muita coisa, mas o simples gesto demonstra também que o “suposto” prestígio de Andres Sanchez com o ex-presidente do Brasil inexiste, e Marin já percebeu claramente essa situação.
Apesar do emprego mantido, à custa da imploração de alguns petistas pela intervenção de Lula, não pela simpatia tão divulgada entre as partes, e que, na prática, é bem menor do que o apregoado, Sanchez volta agora a ter motivos para se preocupar.
