Gobbi e Rosenberg em atrito por “Fielzão”

É cada vez mais complicado clima de convivência entre o atual presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi, e seu vice, Luis Paulo Rosenberg.

As reuniões e tratativas do “Fielzão” são fatores motivadores para o conflito.

Gobbi foi colocado à margem de tudo, e sequer consegue responder perguntas óbvias da operação, sendo cerceado de informações e sequer convidado a participar de decisões importantes da referida obra.

Rosenberg, no exercício de sua soberba, ou até para esconder incompetências, como a clausula da multa de 10% sobre empréstimos pontes, impede toda a qualquer ingerência dos poderes alvinegros no que tange a assuntos do estádio.

Presidente e conselho, na verdade, pouco ou nada sabem do que de fato vem acontecendo nos bastidores.

Ação esta que facilita irregularidades e tomadas de decisões que podem ou não prejudicar o Corinthians futuramente.

O atual presidente, antes doutrinado pelo fácil discurso da “raposa”, demonstra insatisfação e até sentimento de desprestígio por não ter a coragem necessária de colocar as coisas em seus devidos lugares.

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