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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email:caminhodasideias@superig.com.br

Nada Mudou

Em todos os setores da atividade humana, renovar é preciso, para tanto, é necessário preparar os candidatos, noticiando, que serão aproveitados os competentes e compromissados com as normas; confiando que não atraiçoem as entranhas dos amantes do futebol.

Este fato deveria ser o objetivo principal, porém, no promiscuo bastidor do futebol, vale o abominável confabular dos bastidores, quando os “impolutos” dirigentes e políticos se reúnem para estabelecer, quem e quando, serão favorecidos.

Como efetivar renovação de hábitos, tendo na diretoria das entidades de classe, componentes que trabalham para o empregador?

Com qual grau de independência, estes dirigentes, defenderão seus associados?

Sou convicto que alguns dos atuais dirigentes das entidades dos árbitros do estado de São Paulo, como também do Brasil, quando alunos da escola de árbitros, ou, depois de inscritos e atuantes na função, usaram de parentes, patentes, amigos e políticos, para fazerem pedidos que lhes favorecessem nas escalas.

Senhores dirigentes das entidades dos árbitros de futebol; renovar é preciso e necessário, não o façam, com os meios que usaram, escalem os novatos em partidas de categorias inferiores, conforme desempenho, escalem nas partidas difíceis, assim, sucessivamente.

Os melhores teórica e fisicamente, nem sempre, são os mais capazes na prática.

BRASILEIRÃO – SÉRIE A

Sábado 21/07/2012

Corinthians (1) x Portuguesa (1)

Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)

Não foi exigido; trabalho normal.

Vasco (2) x Santos (0)

Árbitro: Wagner Reway (MT)

Disputa tranqüila, trabalho normal.

Domingo 22/07/2012

Palmeiras (3) x Náutico (0)

Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)

Sem novidade, Trabalho aceitável.

Quarta Feira 26/07/2012

Corinthians (2) x Cruzeiro (0)

Árbitro: Leandro Pedro Vuadem (FIFA-RS)

Ultimamente tenho observado que Vuadem atua expressando superioridade em relação aos demais colegas de trabalho, no entanto, comete erros inaceitáveis, ou, age dentro do nojento politicamente correto; nada enxerga e nada ouve, para não se complicar com os dirigentes.

Neste evento, Vuadem agrediu a lei do jogo por duas vezes;

Caso – 01

– acertou quando sinalizou a penalidade máxima cometida pelo cruzeirense Sandro Silva no corintiano Jorge Henrique,

– contudo, errou por não ter expulsado o atleta cruzeirense que houvera recebido o amarelo anteriormente.

Caso – 02

Acertou ao marcar a falta cometida pelo corintiano Paulo André no cruzeirense Fabinho,

– entretanto, para fazer média, se fez de migué,

– por não ter mostrado cartão amarelo pro corintiano,

– que somado ao anterior; resultaria em expulsão.

Conclusão

Leandro Pedro Vuadem, não teve influência no resultado, no entanto; merece punição por ter desrespeitado a lei do jogo.

Quinta Feira 26/07/2012

Palmeiras (0) x Bahia (2)

Árbitro: Antonio Frederico Schineider (RJ)

Influenciou no resultado, vez que não teve critério na marcação das faltas quando das disputas fora das áreas, ou seja, em disputas idênticas, marcava falta em uma, em outra, nada sinalizava.

Caso – 01

A penalidade máxima contra a equipe palmeirense, sinalizada após ter ocorrido contato físico normal entre o esmeraldino Airton e Lulinha da equipe baiana, pode ser enquadrada conforme descrito acima; demonstrou que o árbitro não estava preparado.

Caso – 02

Deixou de sinalizar a penalidade máxima cometida por um dos defensores do Bahia, quando da disputa com o atleta palmeirense Barcos,

– não no instante que a bola pega no braço direito do defensor;

– a penalidade não sinalizada, aconteceu quando o defensor da equipe baiana, visivelmente, ajeita a bola com a mão esquerda.

LIMPEZA NA ADMINISTRAÇÃO DO FUTEBOL

Para tanto se faz necessário afastar noventa e nove por cento dos dirigentes de todos os clubes, federações e confederações, incluso, os dirigentes das entidades paralelas.

POLITICA

Na data da eleição para prefeito da capital do estado de São Paulo, votarei no educador e candidato Carlos Giannezi do PSOL, por ser combatente, coerente e honesto.

Chega de Corruptos e Corruptores,

Acorda Brasil

SP-28/07/2012

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