Marin manterá palavra com Ricardo Teixeira

De maneira vergonhosa, porém absolutamente previsível, o presidente da CBF José Maria Marin garantiu que manterá o salário de R$ 100 mil mensais, destinado a Ricardo Teixeira, além do cargo de “assessor especial da presidência”.

Mesmo após a comprovação documental do que todos estavam cansados de saber, ou seja, que Teixeira e seu sogro Havelange enriqueceram a custa de propinas tomadas em nome da entidade.

Para quem se vendeu sempre como filho político de Paulo Maluf e fez o discurso que incitou os militares a liquidarem com jornalista Vladimir Herzog, ter rabo preso com “propineiros” é o que emporcalha menos sua biografia.

Triste para o futebol nacional, que não tem sequer um dirigente que não lhe beijará as mãos nos próximos anos, subservientes que são, e com o único e claro objetivo de manter as benesses do poder.

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