Borderô da CBF desmente dirigentes do Palmeiras na farra de ingressos para a Final

São muitas as denuncias recebidas por este espaço sobre fraudes nas vendas de ingressos para a torcida do Palmeiras, na final contra o Coritiba.

Nas duas partidas.

Para o jogo de Barueri, 26 mil entradas foram vendidas, segundo declarações do diretor jurídico Piraci Oliveira, em seu twitter, todas pelo programa de sócio torcedor.

Segundo o dirigente não houve venda nas bilheterias.

Parte desses dados, porém, foram desmentidos pelo borderô oficial da CBF, que indica apenas 12.240 ingressos negociados para os adeptos do AVANTI.

Ou seja, teoricamente, 16.317 ingressos deveriam ter sido vendidos nas bilheterias.

Mas não foram.

Informações dão conta de que a farra foi grande, entre conselheiros, diretores e amigos de patrocinadores.

Enquanto isso, o torcedor palmeirense, aquele que acompanha o clube em quase todas as partidas, ficou a ver navios.

Porém os problemas agora acontecem também na partida de volta, em Curitiba.

A pequena carga destinada aos palmeirenses, de maneira absolutamente pouco provável, teve venda iniciada pelo sistema AVANTI às 00h e encerrada, com todos os ingressos vendidos, segundo o site da empresa, um minuto depois.

Indignados, diversos blogueiros palmeirenses começaram a gritar pelas redes sociais, além dos novos adeptos do plano de fidelidade, que mal iniciou e já tem suspeita de problemas.

Descobrimos, ontem, que 50% da carga destinada ao Palmeiras foi cedida às “organizadas”, em absoluto desrespeito a todos os outros torcedores.

Outra parte, obviamente, teve o mesmo destino que a da primeira partida, ou seja, está nas mãos dos amigos do Rei.

E, para finalizar, muitos dos que chiaram pela internet, os mais conhecidos, foram procurados pela direção palmeirense, e aceitaram entradas para o jogo em troca de silenciar sobre o assunto.

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