Ninguém quer mais o novo “Messi”
Defederico, o novo “Messi”, segundo Luis Paulo Rosenberg, um dos responsáveis por sua contratação, ao lado de André Negão, custou quase R$ 10 milhões ao Corinthians.
Sem contar a comissão de 10%.
O argentino recebe R$ 120 mil mensais de salário, desde 2009, com contrato até 2013.
Hoje, ninguém mais quer assumir a paternidade do negócio, mas, na época, a fila era imensa para aparecer ao seu lado em fotografias.
Nunca foi titular, chegou a ser rebaixado à equipe sub-23, para depois ser emprestado ao Independiente.
Viciado em baralho e também nas casas de garotas religiosas, o argentino nem ao menos demonstrou vontade de resgatar sua carreira.
Esta é apenas uma das mais de uma centena de exemplos da péssima gestão realizada no departamento de futebol corinthiano, com tantos prejuízos ocasionados ao clube.
Local em que todos negociaram jogadores, desde o treinador, diretor de marketing, empresários, presidente, passando até pelo responsável do departamento médico.
Uma zona.
Nenhum deles, beneméritos.
Se o Corinthians tivesse aplicado o dinheiro desses negócios ruins de maneira inteligente, o “Fielzão” seria construído sem que o clube precisa passar pela humilhação de mendigar dinheiro a vereadores.
Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.

