Coluna do Fiori
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
6ª RODADA DO BRASILEIRO – SÉRIE A
Sábado: 25/06/2011
Flamengo x Atlético-MG
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Trabalhou dentro dos padrões da normalidade
Domingo: 26/06/2011
Corinthians x São Paulo
Árbitro: Rodrigo Braghetto
– Errou por não ter dado amarelo para Jorge Henrique pouco antes da falta cometida pelo são-paulino Carlinhos que lhe proporcionou o segundo amarelo, e, conseqüente expulsão.
– O corintiano Chicão deu empurrão em Fernandinho, Braghetto, também, deixou barato.
– Foi complacente quando amarelou o goleiro Rogério Ceni que saiu de sua área de atuação para reclamar com palavras e gestos ostensivos quando da expulsão do seu consorte Carlinhos.
CONCLUSÃO
– Não ocorreram lances de penalidades máximas reclamada por alguns.
– A expulsão de Carlinhos foi correta, no item disciplinar, Rodrigo Braghetto não teve critério.
EM TEMPO:
O sorteio imposto no estatuto do torcedor por obra dos “impolutos” parlamentares federal que não o regulamentaram, deve ser cumprido pelos dirigentes dos árbitros a nível nacional ou estadual.
IMPLEMENTO
Como forma de cumprir o inserido na legislação, antecedendo a realização do sorteio os dirigentes efetuam pré-seleção dos nomes, com isto, causam descontentamentos, vez que árbitros com melhores condições físicas, técnica, psicológica, ou, sem correria, se deparam com o esquecimento.
Sendo assim, entendo que os responsáveis deveriam ter colocado para sorteamento da partida acima: Wilson Seneme, Paulo César Oliveira e Fábio Spinola, por saberem ser disputa entre duas equipes rivais que possa dar problema até no conhecido par ou impar.
Internacional x Figueirense
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA-RJ)
Desempenho normal
7ª RODADA DO BRASILEIRO – SÉRIE A
Quarta Feira: 29/06/2011
América-MG x Flamengo
Árbitro: Wagner Reway (MT-ASP-FIFA)
Na parte disciplinar não foi bem, vejamos;
– Por reclamação mostrou o amarelo para o flamenguista Ronaldinho, que continuou a contestar suas determinações após o encerramento da primeira etapa, e, no transcurso da segunda; merecia expulsão.
– Por ter retardado a reposição da bola, o goleiro Flávio da equipe americana recebeu corretamente cartão amarelo aos 41 minutos da primeira etapa, como conseqüência, reclamou com palavras e gestos; merecia expulsão.
Bahia x Corinthians
Árbitro: Sandro Meira Ricci
Assistente 01 – Carlos Emanuel Manzolillo (DF)
Assistente 02 – César Augusto de Oliveira Vaz (DF)
DESEMPENHO
Nos lances importantes, aqueles que aconteceram dentro das áreas, os representantes das leis do jogo comportaram-se bem;
– A penalidade cometida pelo goleiro Lomba em cima de Liedson, foi claríssima.
– O assistente 02 acertou na marcação do impedimento do atacante baiano Fahel no instante que cabeceou a bola pra dentro da meta corintiana.
Quinta Feira: 30/07/2011
Palmeiras x Atlético-GO
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE-ASP-FIFA)
Trabalho aceitável
POLITICA
Senhores ocupantes dos poderes executivos, parlamentares e políticos de todos os matizes; parem de insultar nossa inteligência e paciência.
Trabalhamos 5 meses ano para pagarmos impostos altíssimos, mesmo assim, contamos com serviços indecentes.
As áreas de Segurança, saúde e educação estão abandonadas há tempo, parem de enganar.
MUNDIAL DE FUTEBOL
Conforme inserido na pagina A2 do jornal “O Estado de São Paulo” datado em 23/06/2011, os articulistas e colaboradores, Demetrio Magnoli e Adriano Lucchesi, participam que Japoneses e sul-coreanos ainda subsidiam a manutenção das arenas da Copa de 2002.
– As obras da Olimpíada de Atenas e da Eurocopa 2004 aceleraram a marcha rumo à falência da Grécia e de Portugal,
– A África do Sul incinerou US$ 2 bilhões na construção e reforma das dez arenas da Copa, sendo que todas com exceção do Soccer City, de Johannesburgo, usado para jogos de rúgbi e shows, figuram hoje como monumentos inúteis, conservados pela injeção de dinheiro publico.
– A cidade do Cabo paga US$ 4,5 ao ano pela manutenção da arena de Green Point, erguida ao custo de US$ 650milhões e usada apenas 12 vezes depois da Copa. Lá se desenrola um melancólico debate sobre a alternativa de demolição do incógnito estádio.
– Demétrio Magnoli e Adriano Lucchesi, informam que o Brasil decidiu ultrapassar a África do Sul, vez que por aqui serão 12 arenas, a um custo convenientemente incerto, mas bastante superior.
– Participam também que as futuras ruínas já drenam vultosos recursos públicos, mal escondidos sob as rubricas de empréstimos do BNDES e subsídios estaduais e municipais.
Com estas e outras podemos afirmar, chega de corrupção,
Acorda Brasil
SP-01/07/2011
Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.



