Liquidação na camisa do Palmeiras

Enquanto São Paulo, Corinthians e outros clubes negociam o patrocínio da manga de suas camisas por R$ 12 milhões, ou mais, o Palmeiras resolveu fazer a festa do BMG.

O Banco do Valerioduto estampará sua marca no uniforme verde pela bagatela de R$ 5 milhões.

Quase duas vezes e meia a menos do valor que deveria pagar.

Mas não pagará.

Pelo menos, não da maneira tradicional.

A receita será abatida de uma dívida que o clube tem com o banco, cerca de R$ 45 milhões, tomados à época como R$ 34 milhões, porém acrescidos de juros exorbitantes.

Ou seja, o BMG, além de ganhar, e muito, na operação financeira, raspa o tacho no final, obrigando o clube a vender seu nome a preço de banana.

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