Taxinha ataca na África do Sul

Poucas vezes tivemos na Seleção Brasileira um chefe de delegação tão íntegro e ético como Andres Sanches.

Preocupado com a situação do chileno Valdívia, que praticamente acertou seu retorno ao Palmeiras, o presidente corinthiano tenta auxiliá-lo, oferecendo outra “alternativa”.

“Quem é o seu procurador ?”, diz Andres Sanches.

“Meu pai” desconversa, meio sem jeito, Valdívia.

Na verdade é Juan Figger, embora exista um “laranja” que assine por ele.

Demonstrando bom coração, o presidente do Corinthians, além de aliciar o chileno, escancara para o mundo como costuma tratar de contratações.

Sem que o atleta sequer mencione o nome de seu empresário, Andres Sanches toma a iniciativa de procurá-lo, antes de iniciar qualquer conversa.

Não é a toa que é conhecido por eles, pelo carinhoso apelido de “Taxinha”.

É claro que suas tarefas como Chefe de Delegação da Seleção não incluem assediar atletas já acertados com outras equipes.

Mas Ricardo Teixeira há de compreender o deslize de amigo tão semelhante.

Principalmente se as “taxinhas” compensarem o desvio de conduta.

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