Carlos Brickmann – o papagaio da “organização”

Após descobrirmos muitas das ramificações da “organização” que tenta dominar o futebol brasileiro, enfim, eles resolveram responder.

A gota d’água foi nossa exposição detalhada do caso Oscar.

Mostramos quem eram os aliciadores, os mandantes e até o local onde o esconderam.

Os bandidos ficaram malucos.

Utilizaram-se de um daqueles que envergonha nossa profissão, o jornalista (?) Carlos Brickmann, para tentar me intimidar.

Sutilmente, em um texto recheado de maldade, publicado no Observatório da Imprensa, Brickmann disse que estou em guerra com os empresários de Oscar, motivo pelo qual publiquei o endereço de onde o jogador morava.

Além disso, indicou a leitura, veladamente, de sites pagos para me difamar, sugerindo até que neles existiam fotos de minha residência e também de locais que, segundo ele, freqüento.

Cinicamente, fingindo preocupação, sugeriu que pessoas poderiam atentar contra mim.

Evidente, não sou imbecil.

Saquei de cara o ardil.

Em primeiro lugar, não estou em guerra com empresários.

Renato Duprat, Oliverio Junior e seu sócio adulterador de combustível, Giuliano Bertolucci e Kia Joorabchian, todos nomes que citei, na verdade, possuem funções bem mais amplas na “organização” do que simplesmente agenciar atletas.

O jornalista (?) esqueceu-se de citar, em sua matéria, que é funcionário de Kia Joorabchian, além de ter se prestado a ser sua testemunha em todos os 21 processos abertos por ele contra este blog.

Brickmann distorce a verdade quando de maneira manipuladora sugere que joguei Oscar aos Leões, publicando seu endereço.

A verdade é bem diferente.

Oscar estava morando em um flat, na Rua Amauri, propriedade de Renato Duprat.

Diariamente era visitado por Oliverio Junior, que negocia seus direitos em reuniões realizadas no Shopping Iguatemi.

Todos prestando serviços a Giuliano Bertolucci, segundo o MPSP, testa de ferro de Kia Joorabchian.

Quanto a incitar que bandidos me sigam por onde estiver, pouco me importo.

Nada temo.

Pelo contrário.

Situações como essa me estimulam a continuar o trabalho, combatendo jornalistas medíocres, como o Sr. Carlos Brickmann.

É de impressionar como o Observatório da Imprensa, tão conceituado, continue a dar guarida para esse tipo de gente.

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