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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

 

apito

CULPA DO ÁRBITRO

Os árbitros são seres humanos e erram, dentre estes, muitos são conscientes, ou melhor, são erros que favorecem aos denominados times de massa, acatando pedidos, pensando na escala posterior, como também visando o quadro nacional e internacional.

Existem também os erros do medo, aqueles que são cometidos para evitar agressões físicas, em meu tempo de árbitro, alguns eram escalados sabendo-se de seu temor a pressões, creio que no hoje ocorra o mesmo.

Em algumas partidas, vemos jogadas perigosas e nada de cartão, este também é outro meio do continuar a ser escalado.

Mesmo assim, não entendo o constante demonstrar da não autocrítica do técnico Wanderley Luxemburgo, quando o resultado não lhe favorável, se dirige ao centro de campo e faz o que fez quando da partida diante do Corinthians, de dedo em riste, caminhou para bem próximo do árbitro, dizendo: “Você é sem-vergonha”, conforme consta no caderno de esportes pag. E3 do jornal “O Estado de São Paulo” datado em 09/03/09, insinuando que o culpado pelo resultado de empate fora, Cléber Abade.

Adianto que não sou admirador das arbitragens de Cleber Abade, nesta partida, Abade mostrou dez cartões amarelos, cinco para cada lado e um vermelho para o palmeirense Fabinho Capixaba, mesmo assim entendo que atenuou varias ocasiões, não influenciou no resultado.

Tornou-se cansativo e ridículo apontar a arbitragem pelo resultado não agradável, com V ou W, Luxemburgo, não teria este espaço ao tempo de Dulcidio Wanderley Boschilia ou deste ex-árbitro.

PASSOU DO TEMPO

Faz-se urgentíssimo conscientizar aos profissionais da bola que contrapor as marcações da equipe de arbitragem é agredir a disciplina e merecedor das medidas punitivas constantes nas leis do jogo. Como exemplo, na partida Palmeiras x Corinthians, observei que numa das faltas marcadas contra a defesa palmeirense, vários defensores opuseram-se ostensivamente ao assinalar do árbitro.

Com isto, quero dizer que não somente os atletas do Palmeiras assim fazem, atos de indisciplina são constantes, contam com o aval de alguns técnicos e dirigentes, o mesmo ocorre nas categorias inferiores, se estamos em regime profissional, deveríamos de colocar a parte disciplinar em plano especial, conscientizando aos atletas de cima e educando os componentes das equipes de base.

RAZÃO A LUXEMBURGO

Externo meu desapontar diante da escalação do assistente Carlos Augusto Nogueira Junior que atuou na partida Palmeiras x Corinthians, conforme palavras do técnico, o assistente conflita com o mesmo juridicamente.

Sendo assim, entendo que o assistente não deveria ser escalado, bem como, não deveria ter aceitado a escala.

POLITICA

Com acontecimentos nada louváveis, envolvendo parlamentares, recordo-me que li na coluna “Direto da fonte” de responsabilidade da colunista Sonia Racy no “caderno dois” do jornal “O estado de São Paulo”, que foram compradas 1.000 algemas descartáveis ao preço de R$ 1,7 mil, ao que pergunto: Qual a finalidade das mesmas?

Ficarei exaltado se estas forem usadas nos próprios.

As opiniões acima são de minha inteira e total responsabilidade e publicadas no blog:

blogodopaulinho.wordpress.com

SP-14/03/09

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15 comentários sobre “Coluna do Fiori

  1. euclydes zamperetti fiori

    Caro leitor Pedro, no mesmo coloco verdades, no caso especifico, com certeza solidarizo-me com Cléber Abade, entedo q ñ influenciou no resultado.
    abraços e, volte sempre.
    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  2. Delduque Amaral

    Meu caro Fiore. Com todo respeito, só vou acreditar que as arbitragens são séria no Brasil, se entrar em vigor as punições previstas no projeto de reformulação do Estatuto do Torcedor. Cadeia em quem levar vantagem em jogo de futebol, inclusive os árbitros, pois como já disseram quem tem tem medo. Veja o seu companheiro que promoveu a mudança de um campeonato todo (2005) e hoje vive numa boa em Jacarei. Se a lei estivesse em vigor, certamente ele estaria gozando a vida no mesmo interior, mas em Presidente Venceslau, ao lado do Marcola.

  3. Wiliam Junior

    Fico emocionado ao ler a coluna de Euclydes Zampereti Fiori, uma alma sem dúvida evoluída…

  4. euclydes zamperetti fiori

    Senhor Delduque Amaral,ñ afirmei q. as arbitragens são sérias, em meus postados e em meu livro, digo oq penso das arbitragens, bem como se interpretou o texto, coloco varias situações em q os árbitros favorecem alguns em tróca de algo.
    Arbitrei, frequenmtei o meio , lutei contra desmandos , sendo considerado por muitos como louco. Porém , no jogo Palmeiras x Corinthians o árbitro em meu entender ñ influenciou no placar.
    Zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  5. euclydes zamperetti fiori

    William Junior , seu colocar é digno de respeito, devas ser mestre em ilações.
    Volte sempre
    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  6. Jorge Kanguru

    Vc acha que o Abade apitou bem ????

    Vc era árbitro de futebol ???
    Tenho 47 anos e não me lembro de vc….

    Apitaste quais jogos ???

    Terceira divisão ????

    Só pode…

  7. euclydes zamperetti fiori

    Jorge Kanguru, sua ofença é própria de cobra mandada ou de individuos q. pertecem ao meio da arbitragem, basta ver pelo se congnome.
    Nâo disse q. Abate apitou bem, apreenda a interpretar texos, disse e lhe afirmo, Abade ñ influenciou no resultado.
    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  8. euclydes zamperetti fiori

    Senhor André Azevedo;
    Ser cidadão ñ é ter identidade ou CPF,
    Ser cidadão, antes de + nada é ñ compactuar com canalhas, ñ praticar corrupção, ñ aceitar os desmandos praticados por dirigentes de tds os setores tais como: Poiliticos, Juizes, Promotores, ocupantes dos poderes executivos etc.
    Ser cidadão é apontar erros e ñ manda-los abaixo dos imundos tapetes deste imenso espaço geografico em q. nascemos eq amamos.
    Ser cidadão é ñ aceitar o nojento Toma Là Dá Cá, praticado habitualmente pela maioria.
    Ser cidadão é lutar e ter ideologia voltada para tds e ñ como fizeram estes q. no ontem se diziam idealistas + no hj recebem uma nota vinda dos impostos q. pagamos.
    Acorda, Brasil.
    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol.

  9. Wiliam Junior

    Quem dera eu ?
    Sou apenas um aprendiz de tanta sabedoria ! Só não me emociono tanto quanto quando leio Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo, neste momento vou as lágrimas.

  10. euclydes zamperetti fiori

    Senhor William Junior, O cidadão que não luta por seus ideais é covarde e deva ser participe direto ou indireto de alguma das varias maracutaias que nos envolvem.
    Não sou sábio, sou sim, semi-analfabeto + tenho dignidade, mesmo tendo varias oportunidades, não corrompi meus principios.
    Abraços, volte sempre.
    Acorda, Brasil
    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  11. geraldo lina

    Não sou sábio, sou sim, semi-analfabeto + tenho dignidade, mesmo tendo varias oportunidades, não corrompi meus principios.

    ***(*) ******(*)

    FIORI, o seu canudo estah na sua alma meu querido.
    E esse voce levarah pela eternidade.

    Grande abraco

    ***(*) ******(*)

  12. euclydes zamperetti fiori

    Senhor Geraldo Lima, grato por sua solidariedade.
    Tenhas certeza, caso Paulinho continue a ceder espaço para que eu possa colocar minhas opiniões, gostaria de contar com sua leitura e tb com sua participação.
    Tudo de bom,
    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  13. Carlos

    Euclides poderia noticiar esta nota do presidente da Associação dos Árbitros

    Congresso da Anaf no Piaui na semana que vem.

    Inicio da auditoria nas contas da Anaf

    Brasília – 17/03

    O Presidente Jorge Paulo informa aos que, incansavelmente, solicitam auditoria em relação ao ultimo mandato, que, após aguardar , sem sucesso, por quatro meses a remessa dos documentos de prestações de contas daquela Diretoria, tomará providências legais, com possibilidades de ingressar no Judiciário para que as prestações e outros documentos contábeis e administrativos sejam DEVOLVIDOS à Anaf.

    “Ressalto, que enviamos diversas correspondências registradas ao último Presidente para que nos devolva os documentos que pertencem à Entidade, mas não conseguimos convencê-lo dessa obrigação legal.”

    Dois pesos, duas medidas. Agora, explicações

    No evento das eleições, todas as chapas deveriam, por força do Estatuto, saldar todo e qualquer débito referentes a recolhimento de taxas por parte dos árbitros, ex-árbitros e sindicatos que quisessem concorrer. Pois bem, na chapa da situação, tentando a reeleição, os que se encontravam em débito assinaram um documento denominado “confissão de dívida”.

    Generosidade oferecida pelo ex-presidente aos seus companheiros de chapa, como Jorge Rabello. A outra chapa teve que saldar tudo em dinheiro, depositando no Banco do Brasil, sob as ameaças de impugnação, (há recibos de depósitos comprobatórios). Após as eleições e posse da nova Diretoria, esses documentos nunca apareceram, nem os devedores se apresentaram para saldar, lógico.

    Quando os documentos forem apresentados, divulgaremos o “quantum” da dívida de cada um dos que assinaram a confissão de dívida e não saldaram até ontem.

    Aos amigos, a Lei. Aos inimigos, o rigor da Lei.

    Não bastasse este absurdo, mas esperado golpe, convivemos com o descaso da resistência da entrega de documentos contábeis de vários meses do mandato anterior, principalmente, os que se reportam ao último Congresso ocorrido em Florianópolis-SC, ocasião em que o Ministério do Esporte contribuiu com a verba de, aproximadamente *R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais). Esta prestação de contas NUNCA chegou à Anaf.
    * – Não tivemos a grata oportunidade de ver qualquer documento sobre a liberação da verba pública, nem da prestação de contas ao Ministério do Esporte . O que, já solicitamos ao Ministério que nos forneça uma cópia de todo o processo.

    Sabemos que naquela oportunidade, uma conta fora aberta no Banco do Brasil, e que perdurou por três meses, aproximadamente. Agora, com a prerrogativa legal de respondermos pela Anaf, estamos solicitando ao banco do Brasil toda a movimentação dessa conta e o caminho percorrido pelo dinheiro que lá se encontrava. Não teremos dificuldade em saber o destino que o dinheiro tomou e poder informar a todos. Certamente, fora bem aplicado para o bem da arbitragem brasileira.

    De tudo que se tinha na Anaf, hoje nos restam migalhas. Obviamente, não temos dinheiro para pagar uma auditoria. Por tudo isso e por intermédio do bom conceito que gozamos, estamos conseguindo que um contador de Brasília, inicie a auditoria para receber pelos seus trabalhos quando dispusermos de caixa. Só não podemos deixar cair no esquecimento, como tudo de errado que se vê nesse País.

    Só eu sei o que passei para estar aqui hoje, por conta de pessoas que não queriam que abríssemos o baú do mistério, fechado a sete chaves.
    Apuraremos até a ultima linha contábil para bem informar aos árbitros o que foi feito com a sua contribuição.

    No Congresso poderemos explanar mais detalhadamente as medidas que estamos tomando para sanar esse infindável problema

    A responsabilidade será de cada um pelos atos praticados. Não deixaremos de divulgar qualquer fato, seja ele positivo ou negativo ao comportamento de quem quer que seja, nem de tomar medidas judiciais, se a situação exigir. ”

    Jorge Paulo
    Presidente

    http://www.anaf.com.br/Noticias/auditoria.htm.

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